A empresa, que também é proprietária do aplicativo de mensagens WhatsApp, mantém o mesmo posicionamento desde que o juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe, tomou a decisão de suspender o serviço do aplicativo em todo o país. O bloqueio aconteceu porque o aplicativo não colaborou com uma investigação da polícia.

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O Facebook alegou que não poderia cumprir a decisão porque as mensagens são criptografadas.  O recurso permite que apenas a pessoa que envia e a que recebe a mensagem leiam o que é enviado e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp.

Além dos problemas com a Justiça de Sergipe, o aplicativo de mensagens foi também foi suspenso por uma juíza no Rio de Janeiro. Em julho de 2016, a juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias (RJ), determinou o bloqueio do aplicativo. O motivo foi o descumprimento de ordens judiciais que solicitavam o bloqueio da criptografia.

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“[A criptografia não pode servir de] escudo protetivo para práticas criminosas que, com absurda frequência, se desenvolvem através de conversas, trocas de imagens e vídeos compartilhados no aplicativo”, disse a juíza, no despacho.