Operação Tangram: suspeito de roubo a bancos é preso com ajuda de análise genética

Redação


Um suspeito de participar de roubo em três agências bancárias de Pitanga, na região central do Paraná, em 2018, foi preso na manhã desta sexta-feira (26), durante a operação ‘Tangram’.

De acordo com a PF (Polícia Federal), a prisão foi possível após coleta e análise de vestígios genéticos encontrados no local do crime.

OPERAÇÃO TANGRAM INVESTIGA SUSPEITOS DE ATAQUES A BANCOS NO PARANÁ

O homem é suspeito de participar de roubo às agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Itaú em 19 de março de 2018. A investigação teve início logo após os ataques de criminosos fortemente armados.

Durante a primeira fase da operação ‘Tangram’, em dezembro de 2019, foram cumpridos dois mandados de prisão e coletados 26 perfis genéticos de investigados.

Na época, os presos identificaram outros quatro indivíduos como participantes em crimes de roubo qualificado contra bancos em quatro cidades do Paraná.

Segundo a PF, o suspeito pode pegar pena de 30 anos e será indiciado pelos crimes:

  • homicídio qualificado;
  • roubo qualificado, dano qualificado;
  • posse e porte de arma de fogo de calibre permitido;
  • porte de arma de calibre restrito;

‘Tangram’ é um quebra-cabeça com peças de tamanhos diferentes, em alusão ao mapa que foi encontrado rasgado pelos suspeitos em um dos locais de crime.

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