Quase 850 mil pessoas que moram no Paraná tiveram sintoma de gripe em maio

Redação

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898 mil pessoas que residem no Paraná tiveram ao menos um sintoma de síndrome gripal, como tosse, febre, dor de garganta ou falta de ar, em maio. O número foi divulgado na Pnad Covid-19, uma pesquisa nacional por amostra de domicílios que busca monitorar os impactos da pandemia no país que foi divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (24)

O balanço ainda mostra que 147 mil pessoas com esses sintomas procuraram atendimento nos serviços de saúde.

A Pnad aponta que 541 mil pessoas ficaram afastadas de suas atividades devido ao distanciamento social e 1,7 milhão tiveram sua renda reduzida no Paraná.

A taxa de domicílios paranaenses que receberam algum auxílio emergencial chegou a 31,3%, sendo que a média do rendimento desses auxílios foi R$ 774,00. A taxa de desocupação ficou em 9,97%, o que corresponde a 585 mil desempregados, enquanto um pouco mais de 1,4 milhão de pessoas foram identificadas na informalidade.

SINTOMAS ASSOCIADOS À COVID-19 NO PARANÁ

A amostragem também investigou quantos cidadãos apresentaram sintomas associados à Covid-19, com quadros simultâneos de febre, tosse e dificuldade de respirar; febre, tosse e dor no peito ou, ainda, perda de olfato ou paladar. No Paraná, 64 mil pessoas tiveram sintomas conjugados e, destes, 18 mil procuraram os estabelecimentos de saúde.

Além disso, a Pnad Covid-19 aponta que pelo menos um morador, em 60 mil domicílios paranaenses, teve os sintomas conjugados. Considerando que o Paraná tem quase 3,9 milhões de domicílios, sendo que 1,2 milhão vivem idosos, 39 mil domicílios com morador acima de 60 anos registraram sintoma associado ao coronavírus.

A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), Maria Goretti Lopes, diz que as portas de entrada para quem busca atendimento são as unidades básicas de saúde, os serviços de pronto atendimento (UPAs) ou as unidades de referência para a Covid-19 definidas pelos municípios

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, muitos casos são assintomáticos e alguns pacientes reagem de forma diferente. Mas se a pessoa sentir algum desconforto que está comprometendo seu bem-estar, acha que precisa de medicamentos ou avaliação de um profissional da saúde, pode ir à unidade básica”, afirma.

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