Mais de 70% dos paranaenses pretendem viajar até março de 2021, aponta pesquisa

Redação

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Mesmo com a pandemia de covid-19, mais de 70% dos paranaenses pretendem viajar até março de 2021, segundo pesquisa da Paraná Turismo em parceria com o Conselho Paranaense de Turismo.

Do ponto de vista sanitário, 15% dos turistas leva em conta a possibilidade de viajar para um destino com poucos casos confirmados de Covid-19.

O estudo, divulgado hoje (20), aponta que as principais motivações das viagens devem ser lazer (38%) e férias ou descanso (33%).

Contudo, a oferta de produtos e valores acessíveis será o principal fator de decisão para 32% dos turistas.

Por outro lado, 27% dos turistas responderam que não pretendem se deslocar. Destes, 40% afirma que viajar não é uma prioridade ou que não há interesse.

15% dos turistas leva em conta a possibilidade de viajar para um destino com poucos casos confirmados de covid-19. Além disso, 70% dos entrevistados diz que vão viajar com a família, ficando na mesma residência.

Conforme o último boletim, o Paraná totaliza 246.329 casos e 5.775 mortes.

A pesquisa nasceu com a intenção de dar prosseguimento à primeira etapa, que foi realizada entes os meses de maio a junho para mensurar as principais necessidades e desejos dos turistas no período de pandemia, bem como entender os impactos da pandemia no turismo paranaense, além de ter servido como apoio para o Projeto de Retomada do Turismo no estado do Paraná.

De acordo com Gilce Zelinda Battistuz, da Gerência de Estatística da Paraná Turismo, é importante ressaltar que a maior parte da amostragem é oriunda de uma parcela de servidores públicos, o que pode caracterizar um direcionamento específico dos resultados. “Esse é um tipo de turista que vai viajar tomando todos os cuidados já adotados no dia a dia, mas também tem aquele que não quer viajar antes do surgimento de uma vacina para a Covid-19”, disse Gilce.

Segundo ela, os números trazidos pela pesquisa dão um direcionamento sobre as intenções do turista no período de pandemia. “Existe sim uma demanda reprimida e, seguindo a tendência da primeira pesquisa, ele vai viajar a distâncias curtas para lazer, férias, visita a parentes e vai observar a questão de preços e segurança dos locais com relação à Covid, vai viajar em família com carro próprio ou alugado e seu tempo de permanência no destino será de três a cinco ou de seis a dez dias”, completou.

Com informações da AEN.

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