Polícia amplia cerco em Guarapuava, no segundo dia de buscas

Cerca de 260 policiais continuam nos arredores de Guarapuava em busca dos criminosos, mas até o momento nenhum deles foi localizado.

Redação - 19 de abril de 2022, 08:47

Foto: Divulgação/PMPR
Foto: Divulgação/PMPR

As forças de segurança do Paraná vão ampliar o cerco policial em busca da quadrilha que atacou a cidade de Guarapuava, no Centro do estado, na noite do último domingo (17). Além da cidade e o distrito de Palmeirinha, os policiais também vão vasculhar as áreas Turvo, Pitanga e Laranjeiras.

"Ontem a noite prosseguimos com o patrulhamento, na área rural e urbana de Guarapuava, com mais de 200 policiais, com troca de turnos. Hoje vamos contar novamente com apoio aéreo, também em Pitanga, Turvo e toda a região", afirma o Secretario da Segurança Pública, Coronel Romulo Marinho Soares.

Mais de 24 horas após a noite de intenso tiroteio, que deixou diversas marcas pela cidade e aterrorizou a população de Guarapuava, a polícia segue em busca da quadrilha que tentou assaltar a transportadora de valores Proforte. A polícia estima que mais de 30 homens participaram da ação.

Desde o início do trabalho de investigação, um suspeito de envolvimento na logística da quadrilha foi preso, mas liberado no mesmo dia após ser interrogado.

Cerca de 260 policiais continuam nos arredores de Guarapuava em busca dos criminosos, mas até o momento nenhum deles foi localizado.

As buscas não têm data para encerrar, mas podem durar pelo menos quatro dias, segundo estimativa da Polícia Militar. Os trabalhos contam com oficiais das polícias Civil, Militar e Científica, além do apoio federal com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, a pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

DENÚNCIAS CONTRIBUEM COM O TRABALHO DE INVESTIGAÇÃO

Os órgãos de segurança envolvido nas buscas aos criminosos envolvidos no ataque em Guarapuava têm recebido diversas denúncias sobre o paradeiro da quadrilha. As informações chegam à polícia por meio dos telefones 190 e 181 e contribuem com o trabalho de investigação policial.

"Estamos em busca de informações sobre os criminosos e a população tem nos ajudado por meio de denúncias pelo 190 e o 181. Essas denúncias são muito importantes, e peço novamente à população que não deixe de relatar qualquer tipo de envolvimento, qualquer tipo de suspeita", completa o Coronel Romulo Marinho Soares.