Rodízio de água deve ficar mais severo em Curitiba e Região Metropolitana

Redação


De acordo com a Sanepar, o rodízio de água em Curitiba e Região Metropolitana deve ficar mais severo em agosto. Isso deve acontecer porque o mês é o que menos registra chuva durante o ano e não há previsão para o elemento climático na primeira quinzena.

A hipótese foi levantada pelo diretor de Meio Ambiente da Companhia de Saneamento do Paraná, Julio Gonchorosky, em entrevista à CBN Curitiba nesta sexta-feira (31). “Agosto é o mês que menos chove na Região Metropolitana de Curitiba, em torno de 90mm, então, até no mês mais seco vamos registrar uma condição pior”, justificou.

Segundo Gonchorosky, as previsões em relação ao rodízio de água em Curitiba e Região Metropolitana estão se complicando e a companhia estuda endurecer as medidas. O sistema de rodízio no abastecimento de água foi adotado em 14 de março.

“Na verdade, o rodízio mais severo nós reduzimos nesses dias com água plena. Estamos estudando, mas a solução é a chuva e as chuvas não estão vindo e nós só temos duas ações: a Sanepar fazer o rodízio e a população realmente economizando”, explicou o diretor.

O impacto da estiagem que atinge o Paraná tem sido nos sistema de abastecimento de água. Rios, poços, minas e córregos estão perdendo vazão, principalmente na Região Metropolitana de Curitiba e no Oeste do Estado. O volume de chuvas atingiu 26mm em julho, menos da metade do que a média mensal que é de 90mm, de acordo com o Simepar.

Rio Passaúna (Geraldo Bubniak/AEN)

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