Serviço de compartilhamento de bikes e patinetes completa um mês em Curitiba

Vinicius Cordeiro e Lucian Pichetti - CBN Curitiba

O sistema de compartilhamento de bicicletas e patinetes elétricos da Yellow completou um mês em Curitiba nesta quinta-feira (21). Funcionando por aplicativo, o serviço já atua em 12 bairros da cidade: Centro, Centro Cívico, Ahu, Cabral, Juvevê, Alto da Glória, Hugo Lange, Alto da Rua XV, Batel, Seminário, Rebouças e Campina do Siqueira.

As alternativas de transporte foram lançadas no dia 22 de janeiro e foram como novidade para os curitibanos. Apesar da Yellow ter interesse de expandir para outras cidades do Paraná, o foco ainda vai sendo na capital paranaense.

Segundo o gerente de relações públicas da Yellow, Marcel Bely, a empresa vai tendo um balanço positivo até aqui e vai ganhando cada vez mais usuários, além da pretensão de ampliar sua área de atuação do patinete. No lançamento, a região do Centro Cívico era a única que abrangia o meio, mas hoje é possível ir até o bairro Batel. Já a bicicleta pode ser utilizada entre os bairros Ahú e Campina do Siqueira.

“Tivemos as duas primeiras semanas que surpreenderam positivamente. Estamos com uma operação saudável e estável na cidade. Também estamos felizes porque conseguimos aumentar a área do patinete elétrico. Já existe a expectativa de, nas próximas semanas, a área aumentar, fazendo a ligação do bairro Juvevê até o Parque Barigui”, declarou.


Os primeiros dias de atuação do serviço no Paraná foram marcados por episódios de bicicletas sendo furtadas e vandalizadas. De acordo com Bely, esse tipo de ocorrência já era previsto pela empresa e tem sido combatido com apoio das autoridades.

“Temos um time de segurança que trabalha 24 horas por dia, além de todos os equipamentos contarem com GPS, travas e alarmes. Temos tido uma parceria muito boa com a Guarda Municipal, que tem nos ajudado muito”, completou.

Concorrência

Apesar de estar em alta, a Yellow pode estar com os dias de tranquilidade contados. A superintendente de trânsito Rosangela Battistella admite que o serviço de compartilhamento de bikes e patinetes deve ter a chegada de novas empresas.

“Nós sabemos que outras empresas devem entrar a partir de fevereiro. E vamos fazer essa regulamentação da mesma forma como foram dos veículos de aplicativo, que tinha uma resistência no início e que hoje já está incorporado no dia a dia da cidade”, projetou.

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