Trio suspeito de matar advogado é preso em Santa Catarina

Andreza Rossini


A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) elucidou um crime bárbaro, que vitimou o advogado criminal Leonardo Ivankio Sudul, no início do mês de novembro.

Três homens, com idades entre 25 e 26 anos, suspeitos pela autoria do crime, foram presos na tarde da última quarta-feira (29), em Florianópolis (SC).

O crime aconteceu no dia 6 de novembro, no bairro Parolin. Os suspeitos – Kleverson Hilhian da Silva Prestes, Nixon dos Santos Benites e Leandro Cubas Lima – eram clientes da vítima e armaram uma emboscada para cometer o crime.

“Eles marcaram um encontro com o pretexto de tratar sobre assuntos referente ao trabalho que estava sendo prestado pelo advogado e acabaram o matando e colocando fogo em seu carro, um Elantra preto”, informa o delegado responsável pelas investigações, Cássio André Dias Conceição.

Conforme o que foi apurado pela equipe o trio matou o advogado dentro de seu carro com disparos de arma de fogo. Na sequência, levou o veículo e o corpo até o bairro Uberaba, onde deixaram embaixo de uma ponte. Após 40 minutos, os suspeitos retornaram ao local e atearam fogo no veículo.

“Percebemos por meio de imagens de câmeras de segurança, que o trio não demorou muito para retornar ao local onde o corpo e o carro estavam para finalizarem o crime”, disse o delegado que acredita que “o trio ateou fogo no veículo com medo de serem descobertos por exames periciais que conseguem captar digitais”.

Após o crime, os três suspeitos fugiram para Florianópolis (SC). “Os policiais civis de Santa Catarina nos auxiliaram na localizam deles na cidade, já os policiais militares ajudaram no momento da prisão”, lembra o delgado.

Na tarde de quinta-feira (30) uma equipe da DHPP foi cumprir mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos, no bairro Parolim. No local, a polícia apreendeu os DVDs dos aparelhos de filmagens das casas que serão encaminhados para a perícia.

Os três homens possuem passagens criminais. Lima por furto, Benítez por homídio e Prestes por tráfico. Todos foram autuados por homicídio qualificado, se condenados poderão pegar até 30 anos de reclusão. Eles aguardam presos à disposição da Justiça.

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