Universidade Estadual de Maringá está entre as dez universidades mais empreendedoras do Brasil

Redação


A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está entre as dez universidades mais empreendedoras do Brasil, segundo ranking divulgado na edição de novembro da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. A instituição maringaense ocupa a nona posição do ranking liderado pela USP. À frente da UEM estão ainda Unicamp, PUC-Rio, UFSCar, UFC, UFMG, UFV e UFSM. A décima é a UFRGS.

O levantamento é resultado do Índice Universidades Empreendedoras, pesquisa realizada pela Brasil Júnior que ouviu cerca de 6 mil estudantes e 318 professores em 43 universidades. O índice considerou apenas instituições consideradas universidades, de acordo com os critérios do MEC (Ministério da Educação). que incluem conteúdo intelectual relevante, programas de mestrado e doutorado e um terço ou mais do corpo docente com títulos de mestre e doutor.

As universidades foram avaliadas segundo as categorias: cultura empreendedora, inovação, extensão, infraestrutura, internacionalização e capital financeiro. Na categoria inovação, a UEM é a quarta. E na classificação por região, a instituição ocupa o segundo lugar na Região Sul, sendo a única do Paraná no ranking.

A matéria da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios também destaca a Incubadora Tecnológica de Maringá, entidade formada por meio de um convênio entre a UEM e outras entidades civis e governamentais, cujo papel é estimular a geração de empreendimentos inovadores e sustentáveis de base tecnológica. Atualmente a Incubadora abriga cerca de 20 startups. Ao comentar o índice, o reitor Mauro Baesso, lembra que a UEM ficou à frente de várias universidades conceituadas e que os indicativos servem de estímulo, especialmente dentro de um cenário que penaliza as universidades públicas.

Considerando que o desempenho no Índice é resultado de um trabalho coletivo, Baesso destaca o desempenho da UEM como mais uma demonstração da qualidade do ensino superior público no Estado. Baesso destaca que a UEM ficou à frente de universidades conceituadas e que os indicativos servem de estímulo, dentro de um cenário que penaliza as universidades públicas.

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