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Circo da China volta a CWB

Após dez anos, a Shenyang Acrobatic Troupe retorna a capital paranaense com seu novo espetáculo “A Jornada do Panda Sonh..

Ruy Barrozo - 17 de agosto de 2017, 11:47

Após dez anos, a Shenyang Acrobatic Troupe retorna a capital paranaense com seu novo espetáculo “A Jornada do Panda Sonhador”.

A curta temporada de apresentações acontece de hoje a domingo na Ópera de Arame.

Acrobacias de tirar o fôlego e números que vão encantar e emocionar crianças e adultos.

Este é o verdadeiro Circo da China que, após dez anos, volta a CWB no com a tradicionalíssima trupe de acrobatas Shenyang Acrobatic Troupe para apresentar a superprodução inédita, “A Jornada do Panda Sonhador”.

Com realização da Prime, a curta temporada de apresentações acontece de hoje a domingo em um dos cartões-postais da cidade, a Ópera de Arame - Rua João Gava, s/n, que vai se transformar em um verdadeiro picadeiro para encantar toda a família com direito a refrigerante e pipoca para todos.

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Conhecidos pela excelência em suas performances, a Trupe de acrobatas do Circo da China chega à capital paranaense com 45 artistas, que se dividem no palco ao decorrer de 15 números e prometem encher os olhos do público com números que contém equilibrismo, acrobacias, contorcionismo e muitas outras fascinantes expressões corporais.

Com enredo, cenário, iluminação e figurino marcantes, o espetáculo é a combinação perfeita entre a modernidade e a tradição: dois personagens principais trazem à cena a figura emblemática do Panda, símbolo máximo da tradição chinesa.

O contraponto surge com os efeitos especiais dessa superprodução, que completam a performance repleta de números desafiadores e de delicadeza ímpar.

Para alcançar a perfeição em suas apresentações já vistas em mais de 10.000 shows em 60 países e 450 cidades ao redor do mundo, o intenso treinamento da Trupe de Shenyang começa logo cedo, quando ainda crianças. Isso faz com que sua equipe esteja em frequente renovação com o decorrer do tempo.

Eles vieram para o Brasil pela primeira vez há 17 anos e, desde então, a trupe já está na segunda geração de artistas formados na escola.

Os diretores e professores de hoje também passaram por esse processo, e por serem mais jovens, suas criações são caracterizadas pela modernidade, mas ainda mantendo a tradição chinesa.ruy.barrozo