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Telefônica Vivo é eleita empresa do ano pela ISTOÉ Dinheiro.Operadora espanhola também foi contemplada na categor..

Ruy Barrozo - 01 de janeiro de 2019, 03:57

Telefônica Vivo é eleita empresa do ano pela ISTOÉ Dinheiro.

Operadora espanhola também foi contemplada na categoria Telecomunicações do prêmio As Melhores da Dinheiro 2018.

A revista ISTOÉ Dinheiro elegeu a Telefônica Vivo como a Empresa do Ano no prêmio "As Melhores da Dinheiro 2018", entregue em São Paulo.

Em um ano desafiador para o setor de telecomunicações, como foi o de 2017, a operadora espanhola cresceu em receitas, ganhou mercado à custa da concorrência e promoveu uma reinvenção digital em seus negócios.

A empresa também foi contemplada com o primeiro lugar na categoria Telecomunicações e em sétimo lugar na Super 20, que avalia os 20 maiores conglomerados inscritos na premiação.

A receita líquida da Telefônica Vivo foi de R$ 43,2 bilhões, representando alta de 1,6% sobre 2016.

No período, o lucro líquido contabilizado na última linha do balanço cresceu 12,8% para R$ 4,6 bilhões.

"O grande feito da empresa foi crescer em receita num ano economicamente complicado", ressalta Eduardo Navarro, presidente da empresa em entrevista para o anuário As Melhores da Dinheiro.

Outras empresas também foram premiadas e receberam troféus devido às melhores práticas de gestão em áreas específicas.

Entre elas estão Alpargatas, em Recursos Humanos; Lojas Americanas, em Responsabilidade Social e Ambiental; Grupo Carrefour Brasil, em Sustentabilidade Financeira; Ticket, em Inovação e Qualidade e Serviços Especializados; e Banco Bradesco, em Governança Corporativa.

A AMBEV, eleita empresa do ano em 2017, também foi destaque.

Desta vez, a maior companhia de bebidas do Brasil foi primeira colocada na Super 20, categoria que também contemplou outras empresas, entre elas Lojas Americanas (13º lugar) e Grupo Carrefour Brasil (19º lugar).

"Superação é a palavra que marca a edição deste ano. Enquanto o PIB cresceu 1%, as 1 mil empresas do ranking cresceram 2,3%", diz Carlos Sambrana, diretor de Núcleo da Editora Três.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio, 393 mil lojas fecharam as portas entre os anos de 2015 e 2017.

Na mesma linha, a Pesquisa Industrial Anual Empresas - PIA-Empresas, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, apontou que 13,8 mil indústrias desapareceram entre 2013 e 2016.

"Ou seja, ainda que aos trancos e barrancos, as companhias que conseguiram sobreviver a essa maratona do caos são vitoriosas. As que cresceram nessa pista acidentada, então, são campeãs", afirma Sambrana.

Outras 26 empresas também venceram em seus setores de atuação.

A premiação e o anuário As Melhores da Dinheiro, que analisa as boas práticas de gestão financeira, governança corporativa, responsabilidade social, recursos humanos e de inovação e qualidade de mil companhias durante o ano de 2017, se tornaram importantes instrumentos para empresários e o mercado em geral.