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Saiba como escolher o porcelanato para seu projeto. A arquiteta Marina Carvalho dá dicas para facilitar a decisão.ANÚNCI..

Ruy Barrozo - 15 de março de 2018, 01:42

Saiba como escolher o porcelanato para seu projeto. A arquiteta Marina Carvalho dá dicas para facilitar a decisão.

No desenvolvimento de um novo projeto ou reforma, um dos itens fundamentais a serem definidos são os acabamentos.

Sempre em alta no décor, os porcelanatos têm sido cada vez mais utilizados em diversos ambientes, seja para aplicação de pisos, paredes, e fachadas.

Mas como escolher o melhor porcelanato para cada ambiente?

E quais os principais modelos?

A convite da Kinta Home Decor, a arquiteta Marina Carvalho reuniu algumas dicas para facilitar a decisão na hora da compra.

Antes de fazer a escolha de um porcelanato é importante definir os espaços e suas funções.

“Existem produtos específicos para área interna e externa, para parede e outros para piso e produtos para alto e baixo tráfego. Grandes formatos de porcelanato, por terem áreas menores de rejunte, nos dão a sensação dos espaços serem mais amplos, ocorre o contrário com peças de formato menor. Além disso, fazer a paginação dos revestimentos a serem utilizados ajuda também a evitar desperdícios”, explica a arquiteta Marina Carvalho.

Para ambientes como banheiros, tecnicamente chamados de áreas molhadas, a arquiteta afirma que é necessário seguir algumas normas.

“Indico peças com textura que chamamos de natural ou acetinada. Esse tipo de porcelanato, que oferece maior resistência ao atrito, pode impedir que acidentes ocorram por estarem escorregadios”, recomenda.

Já para ambientes como sala e quartos, a profissional sugere materiais retificados e com junta seca, que permite uma maior uniformidade nos ambientes.

Nesse caso, é possível apostar em peças polidas, pois esses espaços não são considerados áreas molhadas.

Entre os principais tipos de porcelanatos estão os polidos e os naturais. Segundo a arquiteta Marina Carvalho, cada um deve ser especificado de acordo com a funcionalidade e o efeito desejado.

“Em alguns momentos, o material é o ponto focal de um ambiente, por isso utilizar cores, texturas e optar por um acabamento polido causam maior efeito”, recomenda.

Para garantir a qualidade no trabalho finalizado, a mão de obra é essencial, por isso é fundamental contratar um profissional especializado.

“Uma especificação errada pode gerar acidentes e desperdícios. Por exemplo: pisos polidos podem ser colocados em área molhadas, o que pode causar acidentes. Grandes formatos em áreas pequenas podem gerar um grande número de recortes, o que diminuirá o aproveitamento das peças”, finaliza a arquiteta Marina Carvalho.