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Vídeo da Ford com a fotógrafa Mariana Caldas mostra uma viagem de arte e poesia com o novo Ecosport.A Ford produz..

Ruy Barrozo - 23 de outubro de 2017, 21:46

Vídeo da Ford com a fotógrafa Mariana Caldas mostra uma viagem de arte e poesia com o novo Ecosport.

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A Ford produziu um vídeo com a fotógrafa Mariana Caldas, criadora do projeto Poeme-se, para mostrar a sua arte em uma viagem com o Novo EcoSport 2.0 Titanium a São Bento do Sapucaí, pequena cidade paulista na divisa com Minas Gerais, famosa por suas atrações naturais e tradição cultural.

A história, chamada “Poesia em movimento com o Novo EcoSport”, conta com uma produção esmerada.

New Ford EcoSport

Além de colaborar com várias publicações de estilo de vida, esportes e aventura, Mariana Caldas encontrou na fotografia a sua forma de fazer poesia. “É o meu modo de transmitir o que não consigo dizer de outro jeito”, explica. “Misturar a poesia com uma imagem que não está necessariamente ligada a ela de forma direta é uma tentativa de trazer sensações”.

A bordo do novo utilitário esportivo, o veículo ideal para esse tipo de passeio, por combinar a potência do motor de 176 cv com teto solar elétrico e outros equipamentos de conforto, ela passeia por locais emblemáticos da cidade.

Ford Ecosport ST-Line at the Frankfurt Motor Show. Photo by Tim Bishop.

O primeiro deles é a parede de mosaicos com frases de poetas como Carlos Drummond de Andrade, Manoel de Barros e João Cabral de Melo Neto.

Depois, visita a centenária Capelinha de Mosaico, onde fala com o artista plástico Ângelo Milani, que restaurou a edificação usando ladrilhos quebrados. Na conversa, eles abordam o conceito filosófico desse tipo de trabalho, que representa a oportunidade de dar uma nova vida a objetos descartados.

Na sequência, a fotógrafa mostra a arte do escultor Alexandre, que trabalha com o pai Ditinho Joana no ateliê de mesmo nome, conhecido internacionalmente pelas peças inspiradas no cotidiano das pessoas da roça. Para Mariana, acompanhar esse trabalho artesanal permite ver o sentimento genuíno da arte se transformando em matéria.

“Gosto de retratar toda a história que há por trás de cada objeto, todo um amor, um carinho, e colocar também a minha subjetividade naquela obra”, completa.ruy.barrozo