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Autobiografia destaca desafios das mulheres por igualdade no mercado de trabalho.O Dia Internacional da Mulher se..

Ruy Barrozo - 21 de março de 2018, 15:44

Autobiografia destaca desafios das mulheres por igualdade no mercado de trabalho.

O Dia Internacional da Mulher sempre comemorado em março, este ano ocorre em meio a um amplo movimento global por direitos, igualdade e justiça.

Em todos os cantos do mundo, sozinhas ou organizadas, ajudando umas as outras, as mulheres lutam por respeito, pela liberdade de fazer e ser o que querem.

Os relatos e histórias abordados por Rafaela Kaesemodel em sua autobiografia “Vida: Minha História” nos fazem refletir sobre a importância do tema, reconhecendo e respeitando as necessidades, escolhas e competências da mulher em decidir sobre sua vida.

“A coragem da mulher em não mais calar a sua voz é uma vitória de todas nós”, afirma a autora.

“Quando eu decidi não mais me calar, não deixar que os outros me calem, me vi uma mulher mais segura, decidida, feliz!”.

Recém-lançado, o livro é uma inspiração para mulheres que querem dar um novo rumo em sua vida, seja no trabalho ou pessoal.

Com coragem, Rafaela revela como enfrentou as dificuldades de ascensão em sua carreira profissional na empresa da família. Não se deixando abater pelos desafios, deu a volta por cima ao direcionar seu potencial como empreendedora social.

Sua autobiografia é relatada em uma narrativa leve e com muito sentimento, em um misto de memória afetiva e reflexão sobre a condição da mulher em uma sociedade ainda regida pelo poder masculino.

O livro traduz a essência da alma feminina em toda a sua delicadeza e coragem, dois sentimentos tão fortes e presentes na vida e na história de mulheres que não desistem de lutar por seus sonhos.

Ao compartilhar com o leitor seu relato de vida, Rafaela Kaesemodel dá especial atenção à perspectiva da mulher no contexto das empresas familiares e à sua experiência em um mundo profissional profundamente marcado pelo protagonismo masculino.

Rafaela acessa memórias de sua infância e juventude, para mostrar como a base de uma visão de gênero equivocada e fortemente arraigada na cultura machista tem raízes na educação e nas relações cotidianas das famílias, inclusive nas camadas mais privilegiadas da sociedade.