Coluna Social
Compartilhar

RB| Literatura

Uma revolução silenciosa.Fernando Moraes contextualiza, na obra O que te move, a importância do protagonismo soci..

Ruy Barrozo - 02 de junho de 2018, 12:11

Uma revolução silenciosa.

Fernando Moraes contextualiza, na obra O que te move, a importância do protagonismo social e por que a sociedade atual precisa de mais pessoas que o façam

O que te move a seguir em frente?

O que motiva a todos a lutar pelas coisas importantes da vida?

O humanista, ativista social e professor universitário Fernando Moraes defende que o mais importante é ter um próposito na vida, e a incessante busca por ser diferente e fazer algo que realmente seja relevante para o mundo.

Ser um protagonista não significa apenas estar em evidência, mas sim exercer seu poder nas coisas simples do cotidiano, se tornando parte de um contexto social e agindo a favor da humanidade.

O livro inspiracional de Fernando Moraes, leva quem lê a pensar profundamente sobre suas ações, assim como traz a reflexão de que o bem deve ser feito de forma sincera e com um objetivo genuíno, não apenas por status ou um prêmio de filantropia.

O bem deve ser feito em favor do todo.

O autor também mostra que é importante não ficar preso à uma zona de conforto, é importante se movimentar, trabalhar em prol de algo, uma causa, um propósito, etc.

Por exemplo, você conseguiria renunciar as facilidades da vida por alguém que precisa da sua ajuda?

Em O que te move, Fernando Moraes convida o leitor a se mover em busca de novos desafios, a ter atitudes que inspiram tranformações e, o mais importante, que dê certeza de que podemos fazer e refazer novos caminhos em busca da felicidade.

“O protagonismo social não é uma ação individual, ele depende de como um grupo se organiza e interage entre seus membros e com os outros. Protagonizar ações em benefício do bem-estar social tem na sua essência o fazer parte. Não é ser um mero espectador que troca de canal quando o assunto não lhe convém, mas sim sentir-se responsável por seu espaço social e por tudo que nele habita.” (O que te move, Fernando Moraes, página 13).