VAR é uma palhaçada no Brasil. O Athletico tem que parar de saber sofrer

Vinicius Cordeiro

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Em 2017, Paulo Autuori implementou a mentalidade do “saber sofrer” no Athletico. Desde a Libertadores daquele ano, o lema só não foi seguido durante a passagem de Fernando Diniz, hoje técnico do Santos e adversário das quartas de final da Copa do Brasil.

Como de costume, o time de Diniz deu muito espaço. Mesmo com a rodagem em clubes grandes, o bom técnico parece não querer que o time defenda de maneira satisfatória. Os santistas tiveram atuação ruim na parte ofensiva e mesmo assim não levaram a derrota que mereciam.

Tanto o Athletico quanto o Santos têm direito de reclamar. O VAR não deu o pênalti aos visitantes e nem teve a capacidade de divulgar a imagem detalhada, com linha e frame corretos, no gol anulado de Vinicius Mingotti. É uma aberração. A falta de capacitação transforma o árbitro de vídeo em uma piada sem graça no futebol brasileiro.

Mas, tirando a arbitragem, o domínio rubro-negro hoje foi muito amplo para um simples 1 a 0.

Vimos a mesma situação contra a LDU. O Furacão precisa parar de sofrer e definir logo. Dois gols de diferença era o mínimo para o clube encaminhar bem a classificação à semifinal.

O técnico António Oliveira tem mostrado ótimos trunfos. Agora ainda ganha boas opções com o jovem Jader e com o reforço de Pedro Rocha. Nikão e Terans ainda não recuperaram as grandes atuações que já tiveram neste ano, mas o Athletico segue favorito na Sul-Americana e deve estar entre os quatro finalistas da Copa do Brasil.

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