A segunda…

João Marcos

Desde sempre tenho o hábito de ir às feiras livres! Me atraem os produtos hortifrutigranjeiros, os sucos, as compotas, as conservas, enfim, tudo!
Herdei esta “mania” do meu pai e meus filhos deram continuidade ao costume.  Ah, os mercados também! O Mercado Municipal de Curitiba é parada obrigatória com suas delicadas iguarias e as mais finas especiarias!
O Mercado de Peixes em Itajaí-SC é até um ponto turístico pela diversidade dos pescados. Não é sem motivo que Itajaí é o maior polo pesqueiro do Brasil. Imperdível!

O Mercado Municipal de São Paulo, na Cantareira, é de chamar a atenção não só pela arquitetura e seus vitrais, mas pelo seu tamanho com mais de 12.000 metros quadrados e suas 280 estantes. É parada obrigatória experimentar o tradicional sanduíche de mortadela e o inigualável pastel de bacalhau.
O Mercado Ver-o-Peso em Belém… bem, este eu não conheço. Quem sabe um dia.
Voltando às feiras, este ambiente muito me apraz. O bate-papo com os feirantes me transporta à simplicidade do meio rural…
Neste último sábado já com as sacolas abastecidas, eu conversava com o amigo Roberto Cury, sobre os tempos idos… Lembranças entre tantas outras, da primeira comunhão em 1957.

Bem perto da gente, o Deco, originalmente José Alexandre Teixeira Marques, amigo também desde o tempo que se bebia água ali no chafariz, perto da praça da Rua do Beco.
O Roberto, com os olhos no passado, perguntou-me se eu lembrava da nossa primeira comunhão!
É evidente. Certas lembranças ficam para sempre!
E num tom de brincadeira, perguntei a ele:

– E você, já fez a segunda comunhão?


O Deco que estava ao lado, não se conteve. Gargalhou!
Nós também!

Crônicas recomendadas: Assunção ou Ascensão de Nossa Senhora? ; Nome mais que certo!
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