Com aumento de mortes dos profissionais da limpeza, setor pede agilidade na vacinação

Redação

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Em janeiro e fevereiro de 2021, o número de mortes de profissionais de limpeza em Curitiba foi 175% maior que no mesmo período de 2020, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Com isso, as entidades do setor pedem agilidade na vacinação contra a Covid-19 destes profissionais.

Isso acontece porque esses trabalhadores não pararam ao longo do último ano e atuam, por exemplo, em unidades de saúde como os hospitais, lado a lado com as equipes de médicos e enfermeiros. 

Nesse contexto, a Facop (Fundação de Asseio e Conservação, Serviços Especializados e Facilities), por meio do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (SEACPR) e do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba (Siemaco Curitiba), divulgou uma carta aberta pedindo agilidade na vacinação destes profissionais. 

Assinado pelos presidentes do SEAC-PR, Adonai Aires de Arruda, e do Siemaco Curitiba, Manassés de Oliveira, o documento ressalta a importância dos trabalhadores da limpeza no combate à pandemia de Covid-19. 

“Por não poderem praticar o isolamento social, visto que seus empregos são considerados essenciais, essas pessoas estão muito mais expostas ao risco de contaminação por Covid-19. E essa exposição sem a proteção da vacina já mostra resultados trágicos”, diz um trecho da texto.

Vale lembrar que o governo do Paraná pediu ao Ministério da Saúde mais 78 mil doses de vacinas contra a Covid-19. Segundo a administração estadual, existe uma defasagem nos números do Ministério.

Leia a íntegra da carta:

(Divulgação)

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