Paraná não tem previsão para chegada de novas vacinas contra Covid-19

Redação

oms vacina de oxford

O Paraná ainda não sabe quando o Ministério da Saúde vai disponibilizar novos lotes de vacinas contra Covid-19. De acordo com a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), o governo aguarda uma posição da pasta.

A falta de repasses de imunizantes fez com que várias cidades precisassem suspender a campanha de vacinação. Entre elas a capital, Curitiba, que parou de aplicar a primeira dose na sexta-feira (19).

No mesmo dia, o prefeito Rafael Greca (DEM) cobrou do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, um posicionamento formal e claro sobre a condução da crise pelo governo federal.

“A última coisa que eu quero perguntar é se a gente pode comprar comprar vacina. Se o Brasil tem dificuldades de recursos, por que não deixam Curitiba comprar? Eu quero comprar vacinas!”, disse Greca.

Curitiba reservou R$ 100 milhões do orçamento para a compra de imunizantes contra a Covid-19. O Paraná reservou outros R$ 200 milhões. No entanto, o governo federal não autorizou que estados e municípios negociassem sem a anuência do Ministério da Saúde.

“Não quero comprometer o plano nacional de imunização, mas se cidades e esmpresas puderem comprar vacinas, pode aliviar o caixa do governo federal”, ponderou o prefeito de Curitiba.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, o município tem doses suficientes para imunizar todas as pessoas que receberam a primeira dose.

No caso da CoronaVac, a dose de reforço deve ser aplicada em um intervalo médio de 14 a 28 dias. No caso da vacina da AstraZeneca/Oxford, a segunda aplicação deve ocorrer de 2 a 3 meses após a primeira.

Desde o início da campanha de vacinação até este domingo (21) o Paraná vacinou 277.707 cidadãos. Ao todo, 331.260 doses foram aplicadas, das quais 53.553 se referem à dose de reforço.

Até agora, o Estado recebeu do Ministério da Saúde um total de 538.900 doses, somados os imunizantes CoronaVac e AstraZenca/Oxford.

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