Curitiba antecipa 3ª dose da vacina contra a covid-19 para idosos vulneráveis

Redação

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Idosos em instituições de longa permanência começaram a receber hoje (30) a 3ª dose da vacina contra a covid-19 em Curitiba. A partir de amanhã (31), idosos acamados começam a receber a dose de reforço em casa.

A antecipação do calendário foi confirmada nesta tarde pela Prefeitura de Curitiba.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a aplicação da terceira dose da vacina contra a covid-19 segue a orientação do Ministério da Saúde.

Diante da variante delta, idosos que completaram o esquema vacinal com a CoronaVac devem receber uma aplicação extra com imunizantes da Pfizer ou da AstraZeneca.

A vacinação heteróloga combina imunizantes que utilizam tecnologias diferentes para induzir maior resposta imune.

+ Entenda as diferentes tecnologias de vacinas contra a covid-19

TERCEIRA DOSE DA VACINA EM CURITIBA

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a população de idosos acima de 60 anos nas instituições de longa permanência totaliza 3 mil. Neste momento, o reforço ainda não estará disponível para funcionários.

Um levantamento do Centro de Epidemiologia da SMS demonstrou, a partir de agosto, um aumento no número de casos, internamentos e óbitos de pessoas idosas.

A primeira semana epidemiológica de agosto alerta para uma reversão da tendência de queda dos casos graves, revelando um aumento de 10% nas taxas de internamento e óbitos de pessoas acima de 60 anos.

“Esta mudança de trajetória associada às novas evidências científicas, que indicam uma diminuição da resposta imune dos idosos em aproximadamente seis meses após a segunda dose das vacinas, acendeu o nosso sinal de alerta e nos levou a essa decisão”, explica a secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak.

Diante das novas constatações, o Ministério da Saúde recomendou a aplicação da dose de reforço, inicialmente para pessoas com mais de 70 anos, que formam o grupo que perde a força da resposta imune mais rapidamente.

Em Curitiba, 90% das pessoas com mais de 90 anos já completaram a imunização há mais de cinco meses. Entre os idosos de 85 a 89 anos, o percentual é 77%. Na faixa de 70 a 79 anos é de 94%.

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