Hospital de Curitiba planta mil mudas de árvores em homenagem aos pacientes recuperados da Covid-19

Redação

Hospital de Curitiba planta mil mudas de árvores em homenagem aos pacientes recuperados da Covid-19

Na semana passada, o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, atingiu a marca de mil altas hospitalares de pacientes que internaram para tratamento da Covid-19.

E para celebrar esse marco, a instituição homenageou cada paciente que venceu a luta contra o vírus, com um gesto simbólico: mil mudas de árvores nativas foram plantadas, pelos próprios profissionais, representando os pacientes recuperados.  Entre as árvores nativas que foram plantadas estão mudas de araucária, ipê, araçá e gabiroba.

Divulgação/HNSG

De acordo com o hospital, essa foi a forma para ressignificar esse momento, que faz parte de um projeto recente do hospital, o ComVida, que como o próprio nome já diz, busca ver o lado positivo dos acontecimentos mesmo em tempos tão difíceis.

“É muito gratificante para nós termos participado da recuperação de tantos pacientes. Muito mais do que um número, são vidas, que estiveram em nossos cuidados e obtiveram uma nova chance. E já que o simbolismo mais conhecido da árvore é de representar vida, surgiu essa iniciativa, idealizada com muito carinho”, diz a Diretora Geral do HNSG, Ir. Maria de Fátima Sobral.

Cedida pela Sanepar, o Memorial do Rio Iguaçu foi uma das áreas escolhidas para o plantio das mudas. “Buscamos um local da cidade que pudéssemos contribuir com a restauração do ecossistema, que é o tema mundial do meio ambiente desse ano. Dessa forma, com esse ato simbólico de celebração da vida, esperamos também contribuir com a revitalização dessa área”, diz o engenheiro do HNSG, Alexandre Gutierrez.

A ação simbólica também contou com a presença de três pacientes recuperados da Covid-19 a convite do hospital. Evandro Conrado é um desses pacientes. Ficou 31 dias internado no HNSG, sendo 20 intubado. Junto a esposa e sua filha, ele compareceu ao local para plantar a sua própria árvore. “Depois que você passa pela doença, as coisas simples se tornam muito maiores, é uma outra visão de vida”, diz Evandro.

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