Ômicron: Paraná acompanha seis viajantes vindos da África do Sul

Redação

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Com o objetivo de controlar a possível circulação da variante Ômicron do coronavírus no Paraná, a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) acompanha seis viajantes vindos da África do Sul, primeiro país a reportar casos dessa mutação da covid-19.

Não há indícios de que a variante Ômicron seja mais letal ou perigosa do que as demais. Pelo contrário, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há mortes relacionadas a essa mutação.

A indústria farmacêutica e as universidades ainda avaliam a proteção concedida pelas vacinas contra a covid-19 contra a variante ômicron. Estudos conclusivos devem ser publicados na primeira quinzena de dezembro.

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De acordo com a Sesa, quatro passageiros vindos da África do Sul desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e os outros dois no terminal aéreo de Foz do Iguaçu, na região oeste.

O secretário estadual da saúde, Beto Preto, explica que o grupo de viajantes que desembarcou no Paraná pode ter tido contato com o outro brasileiro que fez o mesmo voo e positivou para o coronavírus após desembarque em São Paulo.

“Estamos na busca ativa desses cidadãos e também temos que colocar normativas para nos preparar pelo que vem pela frente”, disse o secretário, em entrevista à BandNews FM, reforçando as medidas de prevenção válidas para todas as variantes do coronavírus.

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Beto Preto reforçou que ainda é cedo para avaliar o potencial da variante Ômicron, e que é necessário aguardar o resultado dos estudos para guiar as futuras medidas de enfrentamento. Por enquanto, o que vale é a prevenção.

“Não é momento de pânico, mas é momento de continuidade dos cuidados que a gente vem trazendo há 20 meses. Mais uma variante detectada, classificada como variante de preocupação pela OMS, por isso temos que aprofundar todos os conhecimentos sobre ela”.

Beto Preto aproveitou para chamar a atenção de todos os paranaenses que iniciaram a vacinação contra o coronavírus, mas que não compareceram para a 2ª dose. O secretário reforça que apenas o ciclo completo confere a imunização desejada contra a covid-19.

Uma nota informativa deve ser publicada pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná com orientações direcionadas, sobretudo, para pessoas que viajaram para países de atenção, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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