Paraná e mais sete estados têm alta nos casos de síndrome respiratória aguda, diz Fiocruz

CBN Curitiba

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O Paraná e mais sete estados, que vinham apresentando redução do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), apontam tendência de reversão ou aumento, de acordo com um estudo feito pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

A análise do Boletim InfoGripe é referente à Semana Epidemiológica 19, no período de 9 a 15 de maio.

Conforme a Fiocruz, a incidência de doenças respiratórias, que em casos graves demanda hospitalização ou até mesmo óbitos, se deve atualmente, em grande parte, a infecções pelo coronavírus.

A doença respiratória aguda grave pode ser causada por vários vírus respiratórios, mas, em 2021, cerca de 99% das mortes por SRAG são causadas pela Covid-19.

Conforme a análise, o Paraná tem 75% de probabilidade de crescimento nas próximas seis semanas. Também têm tendência de aumento Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Tocantins, Distrito Federal e Rio de Janeiro.

No Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, mais da metade das macrorregiões de saúde apresentam tendência de crescimento.

Quando analisados os casos associados apenas a moradores das capitais, o boletim aponta que seis já apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, entre elas Curitiba. Também figuram na lista Cuiabá, Florianópolis, Manaus, Palmas e Porto Alegre.

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