3ª dose: Paraná aguarda informe técnico do PNI para organizar vacinação, diz Beto Preto

Mirian Villa

3ª dose: Paraná aguarda informe técnico do PNI para organizar vacinação, diz Beto Preto

Beto Preto, secretário da Saúde, afirmou em coletiva de imprensa que o Paraná aguarda informe técnico do PNI (Plano Nacional de Imunização) para organizar a aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19.

Ontem, Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, informou que a aplicação da chamada “dose de reforço” será iniciada em 15 de setembro no Brasil em idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos, que são pacientes com HIV ou pessoas que passaram por um transplante.

APLICAÇÃO DA TERCEIRA DOSE DA VACINA CONTRA A COVID-19 NO PARANÁ

“Estamos aguardando informe técnico do PNI e também os informes das vacinas. Só podemos dar um passo adiante se estivermos aderidos ao programa. Se sairmos do pareamento com o Ministério da Saúde, vamos ter dificuldades e consequências, por isso, nós temos que seguir firmemente no que é colocado pelo PNI para poder dar o passo certeiro”, explicou o secretário.

Desde o início da vacinação contra a Covid-19, em janeiro de 2021, Beto Preto defende o alinhamento do Paraná com as estratégias do programa de imunização. Dessa maneira, o estado consegue alinhar o número de doses para imunizar a população sem desfalque de doses.

“Não adianta um estado ou município dizer que vai vacinar antes que outro, temos que caminhar juntos (…) nós precisamos das doses previstas para fazer o planejamento”, argumentou sobre a aplicação da terceira dose e também sobre a antecipação da segunda dose no Paraná.

“TRATA-SE DE UM VÍRUS ALTAMENTE REPLICÁVEL, NECESSITAMOS MANTER OS CUIDADOS”

Sobre casos registrados de sublinhagens da variante Delta no Paraná, o secretário de saúde afirmou que é necessário manter os cuidados básicos de enfrentamento ao vírus porque a mutação continua.

“Nós estamos convivendo sim com mais variantes, com sublinhagens. A mutação continua. Trata-se de um vírus altamente replicável. Por isso, necessitamos manter todos os cuidados, uso de máscara, distanciamento, álcool em gel”, pediu Beto Preto.

Conforme o último balanço, a maioria das contaminações no estado correspondem a P.1 ou “gama”, que é a variante brasileira. Apesar disso, os casos da cepa Delta ou “indiana” -que é altamente transmissível- são registrados semanalmente.

Até hoje, o Paraná acumula 20 mortes pela variante indiana e 59 casos. Também foram registrados 17 casos de sublinhagens (14 casos AY.4 e 3 casos AY.12), com um óbito da AY.4.

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