Dia Mundial do AVC: entenda o que é, formas de prevenção, sintomas e tratamento

Unimed Curitiba – Conteúdo de Marca


Você sabia que os acidentes vasculares cerebrais, citados como AVC e popularmente conhecidos como derrames, são a segunda maior causa de morte no mundo? No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o AVC é a principal causa de incapacidade com sequelas permanentes e uma das principais de morte. Para conscientizar a população sobre a importância da prevenção, celebra-se, no dia 29 de outubro, o Dia Mundial do AVC. Essa data busca relembrar a importância da aquisição de hábitos saudáveis ao longo da vida, uma vez que a prevenção pode evitar até 90% dos casos. Além disso, tem como propósito disseminar informações relevantes sobre o tema. Nesta coluna, saiba mais sobre o tema. Confira!

O que é o AVC e como se prevenir

O AVC pode ser isquêmico, caracterizado pelo entupimento de uma artéria, ou hemorrágico, que é o rompimento de um ou mais vasos que levam sangue ao cérebro, provocando a paralisia da região afetada. Por meio de um exame de imagem, é possível identificar o tipo de AVC e a região do cérebro acometida.

“O AVC é resultado de fatores de risco combinados, que muitas vezes podem ter sido cultivados pelo paciente durante toda a vida”, explica a médica cooperada especialista em neurologia Dra. Vanessa Rizelio. Apenas o sedentarismo já gera um risco de 36% para o desenvolvimento de um AVC e, se combinado com colesterol alto, diabetes ou hipertensão arterial, as chances se tornam muito altas. Por isso, manter uma rotina saudável, independente da fase da vida, é mais do que fundamental para prevenção no futuro. Além disso, a cooperada relembra que também é importante ficar atento aos níveis de estresse e preferir não fumar, pois também são fatores de risco.

Os sintomas e o que fazer caso perceba um sinal

Os sintomas do AVC incluem dor de cabeça, alteração da força muscular ou formigamento, dificuldade de fala e movimentação da língua. “Ao perceber o primeiro e qualquer sintoma, busque urgentemente um serviço médico especializado. Quanto mais rápida essa busca, maiores são as chances de receber o tratamento e evitar sequelas permanentes e, em casos mais graves, o óbito do paciente”, comenta a médica cooperada. Em caso de dúvida, conheça alguns sinais que podem te ajudar a reconhecer um AVC:

  • Sorriso: peça para a pessoa sorrir. Caso o sorriso fique torto, poder ser AVC
  • Abraço: peça para a pessoa levantar os braços, como se fosse dar um abraço. Se houver dificuldade para levantar um dos membros ou um dos braços cair rapidamente, poder ser AVC
  • Mensagem/música: peça para a pessoa repetir uma mensagem qualquer ou cantar uma música. Caso ela tenha dificuldade para reproduzir alguma frase ou cantarolar, pode ser AVC

Possíveis tratamentos

Cada tratamento é específico dependendo do quadro clínico do paciente, podendo variar entre uso de trombolíticos e anticoagulantes, assim como intervenção para retirada do êmbolo ou coágulo em casos emergenciais. No caso de morte de células cerebrais, infelizmente ainda não há tratamento para recuperá-las. Contudo, terapias específicas podem ajudar a trazer movimentos funcionais como fala, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Nesse caso, é importante buscar um atendimento multiprofissional.

Quer saber mais?

Para entender melhor sobre o tema, acesse o informativo criado pela Unimed Curitiba clicando aqui ou acessando o Portal Unimed Curitiba. Confira, também, uma edição do Diálogo Saudável sobre AVC disponível na página do Facebook da cooperativa.

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