Saiba mais sobre a DPOC, doença pulmonar obstrutiva crônica

Unimed Curitiba – Conteúdo de Marca

Corpo dolorido com ilustração de pulmão

Mesmo estando entre as três principais causas de morte no mundo, muitos ainda não conhecem a DPOC, a doença pulmonar obstrutiva crônica. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa doença mata cerca de 3 milhões de pessoas por ano, equivalente a 6% de todas as mortes no mundo, de crianças a idosos. Para você saber mais sobre a doença, seus sintomas, diagnóstico e tratamento, na coluna de hoje vamos conversar com o médico cooperado da Unimed Curitiba Irinei Melek, especialista em pneumologia.

Doenças pulmonares mais comuns e como surgem

As doenças respiratórias crônicas envolvem vias aéreas e outras estruturas do pulmão. As mais comuns são asma, bronquites, hipertensão pulmonar e enfisema pulmonar, complicações que, em 92% dos casos, são geradas pela fumaça do tabaco. “A poluição do ar, produtos químicos e a poeira também são fatores de risco e podem causar essas doenças, mas o tabagismo continua sendo o principal causador”, afirma o pneumologista. Vale lembrar que, ao fumar, as pessoas ao redor também sofrem ao inalar a fumaça, mesmo que não sejam fumantes, e estão propícias a desenvolverem reações alérgicas e doenças respiratórias a longo prazo.

Essas doenças, quando não tratadas, podem evoluir e se tornar uma DPOC, que é caracterizada pela obstrução da passagem do ar pelos pulmões. Além disso, a DPOC dobra o risco de infarto e AVC, compromete o raciocínio e gera fraqueza muscular. “Nesse ponto, a situação pode ser fatal. Por isso, o recomendado é que, ao sinal dos primeiros sintomas, o paciente se dirija a um especialista para iniciar o melhor tratamento”, afirma o médico cooperado.

Quais são os sintomas?

No início, os sintomas podem ser relacionados a um resfriado comum. Contudo, se o cenário persistir, é hora de visitar seu médico. Os sintomas mais comuns são falta de ar, tosse com produção de catarro, fadiga, dor no peito ao respirar e perda de peso. “É preciso ficar atento aos sinais quando sentir falta de ar. No começo, ela pode aparecer apenas durante a prática de atividade física, mas vai piorando e pode ocorrer mesmo em repouso”, diz o especialista.

Diagnóstico e tratamento da DPOC

Não existe método caseiro ou achismo, o diagnóstico sempre deve ser feito por um médico especializado, o pneumologista. Ele irá avaliar os sintomas e hábitos do paciente e poderá realizar testes de imagem e de função pulmonar, como o conhecido “exame de sopro”, que indicam a eficácia e rapidez da inspiração e expiração. Depois de realizar os exames necessários, o médico irá avaliar e indicar o melhor tratamento de acordo com o cenário clínico do paciente, podendo ser com o uso de broncodilatadores, fisioterapia respiratória ou outros.

Tem cura? Quais são as medidas de prevenção?

Essas complicações respiratórias são evitáveis e podem ser tratadas facilmente. Contudo, ainda não há cura. “A melhor forma de precaução é a adoção de um estilo de vida saudável, longe do tabaco e com as demais medidas que já conhecemos – a boa alimentação e a prática constante de exercícios físicos”, finaliza o cooperado.

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