Você sabia que a AIDS é fator de risco para COVID-19 e que é uma doença de fácil prevenção?

Unimed Curitiba – Conteúdo de Marca


Esta semana celebramos o Dia Internacional de Luta contra a AIDS (1.º/12), data que reforça a importância de adoção de hábitos mais saudáveis e medidas preventivas contra a enfermidade que acomete milhões de pessoas ao redor do mundo. A AIDS é uma doença infectocontagiosa causada pelo vírus da imunodeficiência humana, o HIV. Embora atualmente a doença não seja mais sinônimo de morte ou perda da qualidade de vida, o vírus causador ataca diretamente o sistema imunológico e diminui a taxa de células essenciais para defesa do organismo contra outras doenças, inclusive sendo fator de risco para a COVID-19. Além disso, especialistas e autoridades têm se preocupado com o aumento expressivo de casos no Brasil nos últimos anos (21% de acordo com a Unaids, agência da ONU especializada na doença) que vem impactando também nos dados na América Latina (um aumento de 7% entre os anos 2010 e 2018).

A AIDS é crônica e não tem cura, mas hoje em dia existem medicamentos bastante eficazes para o controle da doença. “Hoje, para uma pessoa ir à óbito por HIV, só se ela abandonar o tratamento, não saber que tem a doença ou ter algo associado que acabe causando a morte, porque a doença é extremamente controlável. É uma doença crônica, mas que tem um controle muito bom com as medicações que temos hoje no mercado”, explica o médico infectologista, Victor Horácio de Souza. No entanto, os sintomas mais comuns são febre constante, manchas na pele, ínguas, calafrios e dores de cabeça, de garganta e musculares. De acordo com especialista, os sinais podem demorar para aparecer após a pessoa contrair o vírus. “No entanto, nesse período em que a pessoa não tem sintomas, ela continua sendo um portador do HIV, mas ainda não desenvolveu a síndrome da imunodeficiência humana, que é a AIDS. Existe essa diferença, você pode estar com o vírus e não estar tendo sintomas ou você já pode ter a clínica específica da doença”, alerta.  Por isso, é recomendado manter um acompanhamento médico de rotina para diagnosticar a AIDS e outras doenças. Sua transmissão se dá por meio de relações sexuais (com penetração) desprotegidas e uso de agulhas ou produtos sanguíneos infectados. “A transmissão da AIDS depende do contato com as mucosas ou com alguma área ferida do corpo. Por isso, o uso de preservativo é a melhor forma de prevenção à doença. Proteja-se”, afirma.

Para incentivar cuidados diários para prevenção da doença, a Unimed Curitiba lançou uma campanha com o mote “a máscara não serve para proteger seu queixo. A camisinha não serve para virar brinquedo”. Clique aqui, acesse o Portal Unimed Curitiba e conheça.

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