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Médicos da rede pública de Curitiba entram em greve

Os médicos contratados pela Fundação Estatal de  de Assistência Especializada de Curitiba (Feaes) entram em greve a part..

Andreza Rossini - 27 de julho de 2017, 11:24

Os médicos contratados pela Fundação Estatal de  de Assistência Especializada de Curitiba (Feaes) entram em greve a partir desta quinta-feira (27).

Eles são responsáveis pelos atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UPAs), no Hospital do Idoso, da Maternidade Bairro Alto, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

A categoria mantém 60% do atendimento nas consultas eletivas e 100% nos casos de urgência e emergência.

Segundo o presidente do Simepar, Mário Ferrari a greve foi decidida em assembleia realizada na última terça-feira, por unanimidade, diante da recusa da Fundação em oferecer um plano de carreira aos médicos após ter fechado com as outras categorias. “Assim, para os outros profissionais de saúde foi oferecido reajuste de 4,5% e para os médicos, 0%”, disse. “Os médicos viram no comportamento da Feaes uma total desconsideração para os profissionais médicos que estão sempre na linha de frente. O prefeito de Curitiba parece que só lembra dos médicos quando têm problemas de saúde”, afirmou.

De acordo com a Feaes, não houve adesão dos médicos na greve ligada ao Sindicato dos Médicos do Estados do Paraná, neta manhã. De acordo com a fundação, são 638 médicos contratados na capital paranaense.

"Nos últimos quatro anos a Feaes reajustou os salários da categoria com 33,68% de aumento real. Para não deixar desassistidos os pacientes, caso houvesse adesão da categoria à paralisação, a Feaes elaborou um Plano de Contingência, com a fixação de quantitativo mínimo em todos os locais atendidos por médicos da fundação", diz a nota oficial.