De olho no futuro
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O que aprendi

Um jovem, em visita a um asilo, pergunta ao mais idoso o que havia aprendido em seus 92 anos de vida. Alegre, o velhinho..

Renato Follador - 12 de junho de 2020, 07:46

Um jovem, em visita a um asilo, pergunta ao mais idoso o que havia aprendido em seus 92 anos de vida. Alegre, o velhinho diz:

Aos 8 anos, aprendi que meu pai podia dizer um monte de palavras que eu não;

Aos 13, que a professora só me chamava quando eu não sabia a resposta;

Ao 18, que quando meu quarto ficava do meu jeito minha mãe mandava arrumá-lo;

Aos 28, aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda;

Com 30 anos, descobri que nunca devia elogiar a comida da minha mãe quando estava comendo a da minha esposa;

Aos 35, que eu e minha mulher, quando tínhamos, finalmente, uma noite sem as crianças, só falávamos delas;

Aos 40, que a época que mais precisava de férias era justo quando acabava de voltar delas;

Aos 45, aprendi que se você leva uma vida sem fracassos não está correndo riscos suficientes;

Aos 50 anos, que todas as pessoas que dizem que dinheiro não é tudo geralmente têm muito;

Aos 60, percebi que não podia mudar o que passou, mas podia deixar pra lá;

Aos 70, que você nunca deve ir para a cama sem resolver uma briga;

Aprendi, aos 80, que o homem tem 4 idades: quando acredita em Papai Noel, quando não acredita em Papai Noel, quando é o Papai Noel e quando se parece com o Papai Noel;

E, finalmente, hoje, aos 92 anos, que ainda tenho muito que aprender.

 

 

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