Empresas de transporte de turismo e escolar protestam em frente ao Palácio Iguaçu

Ana Cláudia Freire

Seguido as orientações sanitárias para o enfrentamento da pandemia, o setor está parado há três meses e contabiliza prejuízos. 
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Empresas do setor de transporte de turismo e escolar fizeram um protesto pacífico, na manhã desta segunda-feira (15), em frente ao Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, no Centro Cívico, em Curitiba.

Em carreata, cerca de 40 ônibus, micro-ônibus e vans se direcionaram ao Centro Cívico e agora estão estacionados fazendo um buzinaço em frente ao Palácio.

As empresas pedem socorro e atenção do governo por conta da crise do novo coronavírus (Covid-19). Seguido as orientações sanitárias para o enfrentamento da pandemia, o setor está parado há três meses e contabiliza prejuízos.

Mais cedo, o SINFRETIBA, sindicato que representa a categoria, se posicionou contra o protesto em suas redes sociais. Em nota de esclarecimento o sindicato informou que não irá apoiar o movimento porque entende que a manifestação não surtirá efeitos e poderá prejudicar o segmento que tanto apoio vem recebendo por parte do Governo Estadual, conforme explica a nota.

VEJA A NOTA DO SINFRETIBA

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Reprodução/Facebook

EM FOZ DO IGUAÇU TAMBÉM HOUVE PROTESTO DA CATEGORIA

Também pelas redes sociais, o movimento SOS Turismo Guia e Motorista, convocou para a manhã desta segunda-feira (15), uma mega carreata na cidade. Foram convocados profissionais do turismo, motoristas de aplicativos e taxistas e a todos os apoiadores da classe, com o mesmo objetivo de chamar atenção do Governo, para os problemas que a categoria vem enfrentando nos últimos três meses.

VEJA O VÍDEO DA CARREATA

REPRESENTANTES DE ACADEMIAS DE CURITIBA PROTESTAM EM FRENTE À PREFEITURA

Mais cedo, aproximadamente 100 representantes de academias promoveram um protesto em frente à Prefeitura de Curitiba nesta segunda-feira (15) contra as novas medidas restritivas no combate ao coronavírus tomadas pela Secretaria Municipal de Saúde.

A categoria  argumenta que “exercício é saúde” e têm medo do desemprego causado pelas academias vazias. Segundo a entidade, a medida pode resultar no fim de mil empresas, que geram mais de 30 mil empregos.
O protesto foi pacífico e teve o acompanhamento da Guarda Municipal.

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Jornalista - Chefe de Redação do Paraná Portal