Sobe para 8 o número de mortes causadas pela dengue no Paraná

Redação

A Secretaria de Saúde do Estado divulgou nesta terça-feira (30) um novo boletim epidemiológico com dados atualizados sobre a dengue. Mais três casos de mortes causadas pela doença foram confirmadas em  Londrina, Maringá e Cascavel. Ao todo, oito pessoas morreram por conta da dengue no Paraná.

“A Secretaria da Saúde mantém em sua rotina a orientação sobre medidas preventivas além de trabalhos técnicos junto aos municípios”, afirmou o secretário Beto Preto. “Mas, um trabalho fundamental neste momento é o de cada cidadão, mantendo a própria casa livre dos focos e criadouros; esta é nossa missão diante da gravidade da dengue; o alerta é para toda comunidade, em todas as cidades e em todos os bairros”, acrescentou o secretário.

O Setor de Doenças Transmitidas por Vetores, da Secretaria, promoveu cursos e palestras sobre manejo clínico da dengue em 11 Regionais de Saúde, abrangendo os municípios com maior registro de casos, e atingiu 1.870 médicos e enfermeiros das redes de assistência municipal e privada.
Na semana que vem a Secretaria fará a capacitação nas Regionais de Saúde de Irati, Paranavaí, Telêmaco Borba e Jacarezinho.
NÚMEROS DA DENGUE – São 4.970 casos confirmados no Paraná, com 779 casos a mais que na semana passada. Deste total, 4.782 são autóctones, ou seja, foram contraídos na cidade onde a pessoa reside, e 188 são casos considerados importados, o que significa que a pessoa pegou dengue fora da cidade onde mora.

O boletim semanal mostra também aumento do número de municípios com casos confirmados: eram 170 e agora são 181. Notificações e casos em investigação foram registrados em 319 cidades.

INCIDÊNCIAS – Os municípios com maior número de casos confirmados são Londrina, com 762, Foz do Iguaçu, com 431, e Japurá, com 338. Classificados em situação de risco de epidemia são 78 municípios paranaenses.
“Lembramos mais uma vez à população que a eliminação de focos do mosquito é a principal forma de combate à dengue; se não tem foco do Aedes aegypti não tem doença grave e por isso a importância do envolvimento de toda comunidade na prevenção”, ressaltou o médico Enéas Cordeiro de Souza Filho, do setor de doenças transmitidas por Vetores da Secretaria da Saúde.

Com dados da Agência Estadual de Notícias

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