Com fundo de ações Small Caps, a paranaense 4UM Investimentos recebe 5 Estrelas Morningstar

Fundada em Curitiba há mais de duas décadas, a 4UM Investimentos obteve reconhecimento da Morningstar com um dos melhore..

Pedro Ribeiro - 22 de abril de 2020, 10:53

 Giuliano Dedini, gestor da 4UM/Divulgação
Giuliano Dedini, gestor da 4UM/Divulgação

Fundada em Curitiba há mais de duas décadas, a 4UM Investimentos obteve reconhecimento da Morningstar com um dos melhores fundos de ações do Brasil. A Morningstar Inc. é uma referência internacional de pesquisa independente de investimentos, e sua classificação de fundos pode variar de uma a cinco estrelas, seguindo uma metodologia própria que avalia consistência e relação de risco e retorno dos avaliados. Este mês a empresa divulgou os resultados da sua classificação, onde o fundo de ações 4UM Small Caps FIA foi agraciado pela mais alta nota, cinco estrelas.

“Este reconhecimento é importante pois mostra a consistência da performance ao longo do tempo e destaca o baixo nível de risco e volatidade que o fundo se expôs para alcançar estes resultados”, explica Giuliano Dedini, gestor da 4UM.

Este não é o único reconhecimento deste tipo que a 4UM Investimentos teve. No ano passado, “tivemos reconhecimento das revistas Exame, Investidor Institucional e Valor Investe. A Morningstar chamou mais atenção por se tratar de uma referência internacional neste tipo de avaliação”, observa Dedini.

O fundo 4UM Small Caps FIA é um fundo de ações, no qual “buscamos investir nas melhores empresas com preços baratos. Para isso procuramos investir em empresas fora do radar e menos óbvias, onde menos investidores acompanham”, compartilha Dedini, “isto nos dá uma vantagem competitiva pois fazemos análises detalhadas e fundamentalistas de cada companhia, enquanto a maior parte do mercado olha de forma mais superficial sobre os grandes números. Além disso, nossas análises são prospectivas, olhando para o futuro de cada negócio, ao passo que o investidor médio da bolsa olha para os números passados”.

Com esta estratégia, o gestor espera retornos melhores do que a média do mercado. “Nós nos aproveitamos da valorização das ações quando os resultados das empresas surpreendem o mercado e começam a chamar mais atenção. Ao investirmos antes das empresas ficarem ‘famosas’, aproveitamos do processo de valorização desde o início. Além disso, também ganhamos quando o mercado fica excessivamente pessimista e nos oferece bons ativos por preços muito descontados. Neste caso temos uma valorização quando o pessimismo exagerado é superado”, diz o gestor.

O executivo responsável pela gestão das carteiras ressalta que a 4UM Investimentos é uma gestora independente com visão de longo prazo, e mantém este posicionamento mesmo diante da crise. “O mercado financeiro quase nunca está em uma situação de tranquilidade”, diz Dedini, observando que sempre há incerteza e instabilidades. Desde o início dos fundos de ações, em 2008, sempre “convivemos com alguma crise iminente, como o colapso do mercado imobiliário nos EUA, conflitos em países árabes, na Ucrânia, crise da zona do Euro, eleições no Brasil, desaceleração global, Brexit, protecionismo, guerra comercial, e agora o Coronavírus”, lembrou.

Segundo o gestor, o mercado opera através de ciclos econômicos, com oscilações de humor, pendulando entre o otimismo e o pessimismo, em geral em doses exageradas. “Esta é a razão pela qual por vezes temos oportunidades de comprar ativos baratos, quando o mercado exagera na dose de pessimismo e espera que uma situação ruim dure para sempre”.

Dentro da ótica da 4UM, ninguém é capaz de prever o futuro, portanto, investir não é algo que se faça de maneira oportunística apenas em momentos específicos. Investir é um hábito que se cria ao longo de vários anos. “Não somente porque o mercado caiu que é uma razão para investir, da mesma forma que não se cria o hábito de praticar esportes apenas porque faz sol ou é verão”, ressalta o gestor.

Nos investimentos em ações, é ainda mais importante entender esta dinâmica de longo prazo. “Depois de anos, até décadas acumulando participações em ações, o timing da entrada se torna cada vez menos relevante, ao passo que a qualidade das empresas das quais um se torna sócio se mostra o real diferencial”.

Sobre a crise atual, a 4UM vê como grave e súbita, porém ainda com uma dose de otimismo no horizonte. “Vemos um fim no horizonte. A sociedade será capaz de superar esta adversidade e conviver em equilíbrio com mais este vírus, de forma que a economia voltará à normalidade em alguns meses. O desafio é de liquidez no curto prazo e as empresas que não tiverem caixa suficiente para aguentar os próximos meses sem entrada de recursos e sem facilidade em refinanciamentos terão dificuldades”, é a avaliação de Dedini.

Importante ressaltar, diz o executivo, “que as empresas que estão na Bolsa são um grupo muito seleto de companhias. Temos menos de 400 empresas listadas na Bolsa, frente a mais de 20 milhões de CNPJs ativos no Brasil. Este grupo de empresas listadas possui um acesso a recursos do mercado de capitais e crédito muito melhor, além de que, em sua maioria, são empresas grandes, líderes e com vantagens competitivas. Naturalmente que as empresas que compõe a carteira dos fundos de ações são seleções ainda mais criteriosas de empresas, portanto investir em um fundo de ações é ser sócio de algumas das melhores companhias brasileiras. Muitas destas empresas serão beneficiadas pela crise, pois não terão problemas de caixa e, após a crise, estarão muito a frente da sua concorrência”.

Serviço:

O fundo é aberto e destinado ao público em geral, ou seja, o investidor pode aplicar e resgatar quando bem entender. Para saber mais sobre o fundo e como investir, pode entrar em contato através do contato@4um.com.br