Mais de 60% dos paranaenses pretendem comprar presentes para esse Dia dos Pais

Vinicius Cordeiro

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62,3% dos paranaenses pretendem presentear o pai neste domingo (11), quando é celebrado o Dia dos Pais. A intenção de compra é inferior ao ano passado, quando 70,7% dos filhos afirmaram que comprariam um presente para os pais. Os dados são da Fecomércio PR (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná).

O estudo também mostrou que a maioria das pessoas – 64,6% – não vão comprar presentes aos pais é pela ausência ou falecimento da figura paterna. Já o desemprego ou problemas financeiros foram justificativa de apenas 8,8% da sondagem. Por fim, 5,3% disseram que não comemoram a data.

Além disso, a maioria dos consumidores (71%) costuma fazer pesquisa de preço antecipadamente, tanto pela internet (36,8%), quanto pessoalmente (34,2%).

E, apesar da redução na intenção de presentear, o tíquete médio terá aumento, passando de R$106,97 em 2018 para R$116,89 neste ano. Ou seja, a população terá poder maior de compra.

DIA DOS PAIS: OS PRESENTES MAIS PROCURADOS

Os principais presentes para o Dia os Pais serão sapatos e roupas, de acordo com 64,9% das pessoas. Já aparelhos eletrônicos são a segunda opção dos filhos, com 11,2%. Fechando o pódio, 4,8% afirmam que vão comprar cosméticos de presente para seus pais.

Na sequência apareceram livros e afins (3,7%), artigos de pesca (3,2%), cestas matinais (2,1%) e móveis ou utensílios domésticos (1,19%). Outros presentes representam 3,7% e 5,3% dos entrevistados não responderam.

A preferência é pelo pagamento à vista, com 58,1%, sendo 29,9% em espécie e 28,2% com cartão de débito. As compras para o vencimento do cartão de crédito corresponderão a 20,7% e as parceladas no cartão, 20,1%.

Em relação ao local das compras, verificam-se índices bastante parecidos entre as lojas de shopping e as dos centros das cidades, com 35,9% e 35,4%, respectivamente. As lojas de bairro serão a escolha de 14,4% dos consumidores, enquanto a internet será a opção de 7,7%. Outros 3,3% pretendem fazer suas compras em hipermercados, enquanto 1,7% vai apelar para o comércio informal.

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