Paulo Fernando da Silva é o novo presidente do Paranapetro

O empresário Paulo Fernando da Silva tomou posse nesta segunda-feira (28/3) como presidente do Paranapetro - Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lojas de Conveniências do Estado do Paraná.

Redação - 29 de março de 2022, 12:03

Foto/Divulgação
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O empresário Paulo Fernando da Silva tomou posse na noite desta segunda-feira (28/3) como presidente do Paranapetro - Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lojas de Conveniências do Estado do Paraná. Paulo Fernando recebeu o cargo de Rui Cichella, que dirigiu a entidade por dois mandatos de quatro anos, após ser eleito em eleição realizada em fevereiro. Seu mandato vai até março de 2026.

 A solenidade foi realizada na sede da entidade, em Curitiba, e contou com a presença do vice-governador do Paraná, Darci Piana, da prefeita de São José dos Pinhais, Nina Singer, do vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, do vereador Serginho do Posto, e do presidente da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), Paulo Miranda. Outras autoridades, lideranças empresariais e representantes do segmento de todo o Paraná também compareceram.

O novo presidente é engenheiro civil por formação e operador de posto revendedor de combustível há mais de 30 anos. Participa do quadro associativo do Paranapetro há 26 anos e há 20 deles faz parte da diretoria. Na gestão anterior, ocupou o cargo de diretor financeiro.

 Junto com Paulo Fernando, também foi empossada a nova diretoria, composta por 26 membros. Em seu discurso de posse, o presidente destacou a importância do segmento e a defesa da transparência, modernidade e diálogo, sempre pautados na ética.

Entre os pontos que vão nortear a gestão, Paulo Fernando apontou a defesa de mudanças tributárias, como a adoção da monofasia do ICMS, e o combate à sonegação e adulteração.

 Ele também reforçou a buscar por informar com a maior clareza aos órgãos públicos e a sociedade sobre o real funcionamento do setor, destacando que a categoria é o elo mais fraco da cadeia de combustíveis, e, portanto, não pode ser responsabilizada como vilã dos aumentos de preços.