Paraná lidera geração de empregos em maio, mostra Caged

Redação

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O Paraná abriu mais de 15 mil postos de trabalho em maio e liderou a geração de emprego com carteira assinada na região sul. O saldo foi de 15.884 contratações, resultado de 118.151 admissões e 102.267 desligamentos, ante 13.587 de Santa Catarina e 7.458 do Rio Grande do Sul. O resultado representa um aumento de 111,65% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram encerrados pouco mais de 26 mil vínculos no Estado.

É também o quarto melhor desempenho do País no período, atrás apenas São Paulo (104.707 vagas), Minas Gerais (32.009) e Rio de Janeiro (17.610). Os dados são do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Economia.

O saldo positivo de maio é o quinto consecutivo do Estado. Foram, já com os ajustes mensais realizados pelo Caged, 24.342 postos abertos em janeiro; 41.616 em fevereiro; 11.507 em março; e 10.019 em abril. No acumulado do ano, o Paraná criou 103.368 empregos formais, também o quarto melhor desempenho nacional, ficando atrás de São Paulo (389.529), Minas Gerais (159.099) e Santa Catarina (111.514).

Número que salta para 206.572 vagas no acumulado dos últimos 12 meses, desempenho superior ao de toda a Região Norte do País no mesmo período. Somados, Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Tocantins tiveram saldo de 149.262 empregos. São Paulo (758.157), Minas Gerais (313.939) e Santa Catarina (222.719) ficaram pouco à frente do Paraná.

CURITIBA LIDERA CRIAÇÃO DE EMPREGOS NO PARANÁ

Os municípios paranaenses que mais geraram emprego em maio, segundo o Caged, foram Curitiba, com 5.892 novas vagas, seguida de Maringá (1.163), Toledo (853), Araucária (728), Cascavel (650), Umuarama (389), São José dos Pinhais (384), Foz do Iguaçu (252), Paranavaí (214) e Colombo (197).

O saldo de empregos no Estado em maio foi puxado pelo setor da Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, que gerou 4.389 vagas. Foi seguida pelo Comércio, com 3.856 novos postos de trabalho, Indústria (3.482), Administração Pública (1.728), Construção Civil (1.648), Transporte (520), Outras Atividades de Serviços (272) e Agricultura e Pecuária (197).

Apenas os setores de Alojamento e Alimentação e Artes, Cultura, Esporte e Recreação apresentaram desempenho negativo, com 103 e 106 demissões de saldo.

*Com informações da CBN

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