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Secretários de Guedes pedem demissão após proposta de drible ao teto

O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, p..

Bernardo Caram - Folhapress - 21 de outubro de 2021, 19:10

(Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
(Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram demissão de seus cargos ao ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (21), informou a pasta.

Em nota divulgada no início da noite desta quinta, o ministério disse ainda que também deixarão os cargos a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo.​

Os pedidos de demissão acontecem após o ministro Paulo Guedes falar em licença para gastar fora do teto, regra que limita o crescimento das despesas públicas, por Auxílio Brasil de R$ 400.

A pasta atribui os pedidos de demissão a "razões de ordem pessoal". Segundo o órgão, as solicitações dos subordinados de Guedes foram feitas de modo a permitir que haja um processo de transição e de continuidade.

"A decisão de ambos é de ordem pessoal. Funchal e Bittencourt agradecem ao ministro pela oportunidade de terem contribuído para avanços institucionais importantes e para o processo de consolidação fiscal do país", diz o ministério.

Leia a íntegra da nota do Ministério da Economia:

"Nota à imprensa

O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram exoneração de seus cargos ao ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (21/10).

A decisão de ambos é de ordem pessoal. Funchal e Bittencourt agradecem ao ministro pela oportunidade de terem contribuído para avanços institucionais importantes e para o processo de consolidação fiscal do país.

A secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo, também pediram exoneração de seus cargos, por razões pessoais.

Os pedidos foram feitos de modo a permitir que haja um processo de transição e de continuidade de todos os compromissos, tanto da Seto quanto da STN."