Jogadores não são máquinas, afirma António Oliveira após saída do Athletico

O técnico António Oliveira postou uma mensagem de despedida após pedir demissão do Athletico nesta quinta-feira (09). Em..

Pedro Melo - 09 de setembro de 2021, 14:09

(Geraldo Bubniak/AGB)
(Geraldo Bubniak/AGB)

O técnico António Oliveira postou uma mensagem de despedida após pedir demissão do Athletico nesta quinta-feira (09). Em sua primeira experiência como treinador no futebol brasileiro, o português comandou o Rubro-Negro em 40 partidas, com 21 vitórias, sete empates e 12 derrotas.

"Hoje encerro minha passagem pelo Club Athletico Paranaense por decisão minha, há muito amadurecida e por diversas razões avaliadas de forma consciente e profissional. Foi uma experiência profissional de grande valia", afirmou o treinador.

Depois do bom início com classificação em primeiro na Sul-Americana e até liderança do Brasileirão, António Oliveira somou resultados ruins com seis jogos sem vencer na Série A. O treinador ainda perdeu com jogadores titulares a semifinal do Campeonato Paranaense para o FC Cascavel.

"Jogadores não são máquinas e tudo tem limites. Saio de consciência tranquila e agradeço o apoio de todos que, junto comigo, saímos de uma zona de queda no ano passado para a fase final de duas das copas, simultaneamente, fato inédito na história do CAP", disse o português.

CONFIRA A NOTA DE ANTÓNIO OLIVEIRA

Hoje encerro minha passagem pelo Club Athletico Paranaense por decisão minha, há muito amadurecida e por diversas razões avaliadas de forma consciente e profissional. Foi uma experiência profissional de grande valia, onde conheci pessoas fantásticas e aprendi como me superar, mostrando que é possível pensar grande, mesmo com todas as dificuldades existentes. Houve a lembrança do meu nome por vários clubes, mas resolvi ficar pelo projeto. Faço questão de dar os parabéns a esta equipa pelo enorme esforço e dedicação. Mas como sempre disse, jogadores não são máquinas e tudo tem limites. Saio de consciência tranquila e agradeço o apoio de todos que, junto comigo, saímos de uma zona de queda no ano passado para a fase final de duas das copas, simultaneamente, fato inédito na história do CAP.

Grato,

António Oliveira