Athletico é o único a votar contra, e clubes autorizam volta do público no Brasileirão

Pedro Melo

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Os clubes da Série A do Brasileirão definiram a volta do público aos estádios a partir deste final de semana. Dos 19 presentes no Conselho Técnico – o Flamengo não participou -, o Athletico foi o único a votar contra para o retorno dos torcedores.

Segundo informações do Ge.Globo, o Athletico não só votou contra, mas defendeu os portões fechados até o final do Brasileirão. Mesmo com a liberação da Prefeitura de Curitiba, o Rubro-Negro decidiu que os jogos na Arena da Baixada não terão a presença da torcida.

Até por isso, o assunto foi parar na Justiça. Seis torcedores conseguirem uma liminar para assistir ao jogo do Athletico na Arena da Baixada contra o Peñarol, na próxima quinta-feira (28), às 21h30, pela semifinal da Sul-Americana. Porém, o juiz Fábio Luís Machado, da 5ª Vara Cível de Curitiba, autorizou somente as seis pessoas que foram à Justiça.

Os torcedores não devem comparecer à Arena da Baixada para assistir à semifinal da Sul-Americana. A ideia deles era liberar a presença dos demais sócios do Athletico, respeitando todos os protocolos no combate à Covid-19.

BRASILEIRÃO TERÁ JOGOS ADIADOS NO FINAL DE SEMANA

A volta dos torcedores aos estádios no Brasileirão tem algumas ressalvas envolvendo o Bahia e os clubes paulistas. Como o veto ao público em São Paulo vai até o próximo domingo (03), o jogo entre Santos e Fluminense será adiado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por conta do calendário apertado, Red Bull Bragantino e Palmeiras decidiram enfrentar Corinthians e Juventude, respectivamente, sem torcida no final de semana.

Já a partida entre Bahia e Ceará, que aconteceria no próximo sábado (02), também será adiado. O Bahia é o único time no Brasileirão que ainda não obteve liberação para a reabertura do estádio para o público. O governo baiano deve discutir o assunto novamente no dia 11 de outubro.

Os clubes do Brasileirão ainda discutiram sobre o percentual de liberação de cada estádios. O resultado do debate é que o percentual vai depender da liberação das cidades.

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