Atlético-PR e Londrina descartam força máxima no Campeonato Paranaense de 2019

Ayrton Baptista Junior - CBN Curitiba

Em 2018, o Atlético foi campeão paranaense com uma equipe secundária, a de aspirantes. Enquanto durou o estadual, entre janeiro e abril, o time principal do rubro-negro só atuou na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana. Para 2019, o Atlético mantém a ideia de colocar a formação B no Campeonato Paranaense, agora também adotada pelo Londrina. Ambos avaliam que o déficit causado pela competição a torna desinteressante. “Não é de hoje que o Campeonato Paranaense está enfraquecido”, frisa Ocimar Bolicenho, diretor-executivo de futebol do clube do interior.

Para justificar o descanso dos titulares no Paranaense, o Atlético se apaga ao calendário recheado: o deste ano tem a Copa Sul-Americana e o do ano que vem pode incluir a Copa Libertadores da América. Já o Londrina abre mão da força máxima no estadual depois de firmar parceria com o Novorizontino, da primeira divisão do Campeonato Paulista. Pelo acordo, viajam para Novo Horizonte o treinador Roberto Fonseca e, a princípio, quatro jogadores: o lateral-direito Lucas Ramon, o volante João Paulo e os atacantes Paulinho Moccelin e Carlos Henrique. A lista pode aumentar.

Em abril, depois da vitrine paulista, Fonseca e os atletas que não forem negociados com outros clubes vão retornar à Londrina para a Série B do Campeonato Brasileiro. “Vai ser importante para o Roberto e para os atletas que formam a nossa espinha dorsal atuar em uma competição mais difícil como é o Paulista, antes da disputa da Série B”, reforça Bolicenho.

Durante a estada do treinador no Campeonato Paulista, o Londrina vai ser orientado por um técnico que trabalha nas categorias de base do clube: Alemão, da equipe sub-19.


As transferências do Londrina para o Novorizontino passam pelo aval de Sérgio Malucelli, empresário de jogadores que administra o departamento de futebol do clube londrinense desde 2011.

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