Santos defende pênalti, Brasil vence o México e está na final das Olimpíadas

Pedro Melo

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O Brasil está na grande final das Olimpíadas de Tóquio. Após o empate em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, a seleção brasileira venceu o México nos pênaltis por 4 a 1 e segue em busca da segunda medalha de ouro consecutiva. O adversário na decisão sai do vencedor entre Japão e Espanha.

Nas penalidades, a seleção brasileira acertou as quatro cobranças com Daniel Alves, Gabriel Martinelli, Bruno Guimarães e Reinier. Já o México acertou apenas uma com Rodriguez. Aguirre parou no goleiro Santos e Vásquez chutou na trave.

Com a classificação para a final, o Brasil garante pelo menos a medalha de prata e vai subir ao pódio pela quarta Olimpíada consecutiva. O time brasileiro foi bronze em Pequim-2008, prata em Londres-2012 e ouro na Rio-2016.

SELEÇÃO BRASILEIRA NÃO MARCA NO TEMPO NORMAL, MAS É EFICIENTE NOS PÊNALTIS E VAI À FINAL DAS OLIMPÍADAS

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(Lucas Figueiredo/CBF)

A seleção brasileira dominou as ações durante o primeiro tempo e teve duas chances de abrir o placar. Aos 13, Guilherme Arana recebeu no lado esquerdo e chutou em cima do goleiro Ochoa. E aos 22, Daniel Alves cobrou falta com força e o experiente mexicano salvou mais uma vez.

Aos 27, o árbitro marcou pênalti em cima de Douglas Luiz, mas anulou o lance após revisar o lance no vídeo. O motivo é que o meio-campista brasileira é quem busca o contato com o volante Esquivel. Nos minutos finais, o México quase abriu o placar. Aos 41, Romo chutou de primeira e Santos fez grande defesa. Já nos acréscimos, Antuna recebeu o cruzamento e Diego Carlos trava na hora da finalização.

O segundo tempo foi parecido com o primeiro tempo, mas as duas seleções pouco criaram chances para tirar o zero do placar. A grande chance foi do Brasil aos 36 minutos. Daniel Alves cruzou na área, Richarlison cabeceou cruzado e a bola bateu na trave.

Com as duas equipes desgastadas fisicamente, a prorrogação não teve emoção. A seleção brasileira teve mais posse de bola, mas pouco levou perigo para o gol defendido por Ochoa. Do outro lado, os mexicanos fecharam bem os espaços da defesa e não conseguiram aproveitar as jogadas de contra-ataque.

Nos pênaltis, a seleção brasileira teve 100% de aproveitamento nas quatro cobranças. Do outro lado, o México acertou apenas um dos três chutes.

FICHA TÉCNICA – BRASIL (4) 0X0 (1) MÉXICO

Data, hora e local: terça-feira (03), às 5h (horário de Brasília), no estádio de Kashima, no Japão.

Brasil: Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana; Bruno Guimarães, Douglas Luiz (Matheus Henrique) e Claudinho (Reinier); Antony (Malcom), Richarlison e Paulinho (Gabriel Martinelli). Técnico: André Jardine.

México: Ochoa, Loroña, Montes, Vásquez e Jesús Angulo (Mora); Esquivel (Carlos Rodríguez), Romo e Córdova (Ricardo Angulo); Antuna (Lainez), Martín (Aguirre) e Vega (Alvarado). Técnico: Jaime Lozano.

Cartões amarelos: Montes, Loroña, Lainez e Romo (MEX); Diego Carlos, Antony, Reinier, Bruno Guimarães e Douglas Luiz (BRA).

Arbitragem: Giorgi Kabakov (Bulgária), auxiliado por Martin Margaritov (Bulgária) e Diyan Valkov (Bulgária). O responsável pelo VAR é Marco Guida (Itália).

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