Bruninho e Ketleyn Barros serão os porta-bandeiras do Brasil nos Jogos de Tóquio

Redação

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O levantador Bruno Rezende, mais conhecido por Bruninho, e a judoca Ketleyn Barros terão a responsabilidade de serem os porta-bandeiras do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A cerimônia de abertura das Olimpíadas acontecerá na próxima sexta-feira (23), às 8h (horário de Brasília), no Estádio Olímpico.

O COI (Comitê Olímpico Internacional) foi o responsável pela mudança que um casal deve ser o porta-bandeiras como forma de equidade dos gêneros. A expectativa é que essa edição tenha recorde de presença feminina, com 48% dos atletas sendo mulheres. A princípio, não haverá presença de público na grande maioria das competições dos Jogos de Tóquio devido à pandemia de Covid-19.

A escolha de Bruninho e Ketleyn levou em conta o histórico. Ambos são medalhistas e representantes de esportes tradicionais e vencedores nas participações do Brasil em Olimpíadas.

Bruninho, também conhecido por ser filho de Bernardinho, fará sua quarta participação em Jogos Olímpicos. Com 35 anos, ele já conquistou a medalha de ouro no Rio de Janeiro, em 2016, e duas pratas – Pequim em 2008 e Londres em 2012. É um dos líderes da equipe comandada pelo técnico Renan Dal Zotto, que estreia na sexta (23), às 23h05 contra a Tunísia).

No total, o vôlei acumula 23 medalhas (contando as de praia) e não fica de fora de um pódio desde os Jogos de Barcelona, em 1992.

Já Ketleyn Quadros, de 33 anos, volta às Olimpíadas depois das ausências no Rio e em Londres. Em 2008, surpreendeu com o bronze na categoria leve, tornando-se a primeira brasileira a subir no pódio em provas individuais do judô. Nesta edição, ela disputa na categoria até 63 quilos. Ketleyn se tornará a primeira mulher negra a ser porta-bandeira na história do Brasil.

Com 22 medalhas, os brasileiros não ficam de fora do pódio desde 1984, nos Jogos de Los Angeles.

BRUNINHO E KETLEYN BARROS SERÃO OS PORTA-BANDEIRAS DO BRASIL NOS JOGOS DE TÓQUI

Confira a lista dos porta-bandeiras nas Olimpíadas deste século:

  • Yane Marques – Rio de Janeiro em 2016
  • Rodrigo Pessoa (hipismo) – Londres em 2012
  • Robert Scheidt (vela)- Pequim em 2008
  • Torben Gral (vela) – Atenas em 2004
  • Sandra Pires (vôlei de praia) – Sydney em 2000

Sandra Pires, além de primeira mulher, havia sido a última representante do vôlei. Já o último judoca foi Aurélio Miguel, em 1992.

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