Copa América chega às semis com média de quase 31 mil pessoas por jogo e sem um artilheiro

Faltam seis partidas para o fim da Copa América: as duas semifinais, a disputa pelo terceiro lugar e a grande final.ANÚN..

Vinicius Cordeiro - 30 de junho de 2019, 10:00

Foto: Lucas Figueiredo/CBF
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Faltam seis partidas para o fim da Copa América: as duas semifinais, a disputa pelo terceiro lugar e a grande final.

As duas semis já foram definidas. Brasil x Argentina se enfrentam na terça-feira (2), às 21h30, no Mineirão, em Belo Horizonte.

No mesmo horário, só que na quarta-feira (3), o Peru encara o Chile na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

PÚBLICO E RENDA

São 22 jogos até aqui. São 48 gols marcados pelas 12 seleções, sendo seis de pênalti (no tempo normal).

681.225 acompanharam o torneio nos estádios. Ou seja, a média é de 30.965 pessoas por jogo.

A renda é imensa para a Conmebol. R$ 142.500.575,00 foram embolsados até agora. Com isso, a média é de R$ 6.477.299,00 por jogo.

QUARTAS

Entre os jogos das quartas de final, o menor público registrado foi a classificação do Peru contra o Uruguai. Foram apenas 21.180 pessoas (18.083 pagantes e 3.097 não pagantes).

Já o maior público foi o da seleção brasileira. 48.211 pessoas

CARTÕES

Outro dado que assusta é a média de cartões amarelos - 96 até agora. A média é de 4,36 cartões aplicados pela arbitragem a cada duelo.

Por outro lado, são apenas quatro cartões vermelhos mostrados até aqui.

ARTILHEIROS

10 jogadores anotaram dois gols nesta Copa América. Entretanto, ninguém assumiu o posto de artilheiro isolado.

Pelo Brasil, Everton e Phillipe Coutinho.

Pela Argentina, Lautaro Martínez.

Pelo Chile, Alexis Sánchez e Eduardo Vargas.

Duván Zapata, da Colômbia, Luis Suárez e Cavani, do Uruguai, ainda terão a disputa do terceiro lugar.

Já os outros jogadores já estão eliminados. Myoshi, do Japão, e Darwin Machís, do Equador, também marcaram duas vezes, mas não podem mais balançar as redes.

PIORES PÚBLICOS

Equador e Venezuela estiveram em campo em todos os confrontos que registraram os piores públicos.

Apenas um jogo teve menos de 10 mil pessoas. Equador 1 x 1 Japão contou 9.729 pessoas no Mineirão. Além disso, o estádio de Belo Horizonte também registrou o terceiro pior público: Venezuela 3×1 Bolívia teve 13.611 pessoas.

Em segundo lugar, Venezuela 0 x 0 Peru teve 11.107 pessoas na Arena do Grêmio.