Ídolo do Athletico, Nilson Borges, o Bocão, morre aos 79 anos

Redação


Nilson Borges, conhecido como Bocão, faleceu aos 79 anos na manhã desta quarta-feira (3), em Curitiba. A informação foi confirmada pelo Athletico-PR, clube no qual o ponta-esquerda se tornou ídolo e trabalhou por 50 anos.

Bocão foi revelado nas categorias de base da Portuguesa e teve passagens por América-SP, Juventus e Corinthians antes de chegar em Curitiba. Pelo Furacão, Nilson Borges atuou ao lado de Djalma Santos e Bellini, tendo atuado na histórica vitória do clube sobre o Santos de Pelé em 1968. O único título da carreira de Bocão foi o Campeonato Paranaense de 1970, que encerrou um jejum de 12 anos na história do Rubro-Negro.

Contudo, Nilson Borges ultrapassou as quatro linhas e dedicou 50 anos de vida ao Athletico. Ele atuou como técnico, observador e auxiliar nas categorias de base, cargo que ocupava até agora.

As causas da morte não foram divulgadas, mas Bocão sofria com uma doença degenerativa. Em dezembro ele perdeu o movimento dos braços e das pernas.

ATHLETICO LAMENTA MORTE DE NILSON BORGES

Bocão enquanto era jogador do Furacão. (Divulgação/Athletico)

O Athletico divulgou nota de condolências afirmando que “Seu Nilson”, como era conhecido internamente, foi uma figura emblemática na história do clube. Além disso, ressaltou a dedicação por mais de 50 anos ‘sempre com sorriso no rosto’.

“Nilson Borges completaria 80 anos de idade no dia 16 deste mês. Deixará muitas saudades, mas deixará também um legado de amor e profissionalismo. O CAP presta condolências aos amigos e familiares de Nilson Borges em um momento de luto para todos nós, athleticanos”, diz o Furacão.

Até o momento, as informações sobre velório e enterro não foram confirmadas pela família.

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