Não sou covarde de pedir para sair, diz Matheus Costa em fase ruim no Operário

Vinicius Cordeiro

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O Operário não vence a seis jogos na Série B do Campeonato Brasileiro e a pressão tem aumentado sobre o trabalho do técnico Matheus Costa. No entanto, o comandante mais longevo da Segunda Divisão, 11 meses à frente do Fantasma, não pensa em deixar o cargo.

Após a derrota para o Confiança, Matheus disse que cabe à diretoria avaliar a situação, mas que nunca pediria demissão.

“Sou um treinador longe de ser covarde. Talvez a coisa mais fácil para um treinador seria pedir para sair e vir outro. Não vou tirar minha responsabilidade. Vou continuar batalhando e trabalhando como todo os atletas. Se hoje estou mal, já mostrei as condições que tenho para ir bem. Não sou covarde de pedir para sair em hipótese alguma mesmo sabendo de toda a pressão. Trocar de treinador seja mais simples e tira uma pressão interna, mas não vejo isso como solução. Acredito na minha capacidade, na capacidade desse clube e dos atletas”, desabafou.

Sobre o novo revés, o treinador lamentou as oportunidades perdidas no início do jogo e analisou que a defesa de Simão no pênalti a favor do Confiança poderia ter mudado os rumos do jogo.

Mesmo assim, Matheus Costa não quis se alongar muito e mostrou que a cobrança no vestiário do Operário está grande.

“Não adianta a gente querer argumentos. É inadmissível o Operário estar nesse momento e só nós podemos sair”, completou ele.

Tentando superar o momento ruim, o Operário visita o Vila Nova nesta próxima terça-feira (28), às 21h30.

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