Pode preparar a taça para o Brasil, afirma presidente da CBF

Folhapress

Presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o coronel aposentado da Polícia Militar Antônio Carlos Nunes, 80, já está na Rússia e demonstra muita confiança no hexa. Nesta segunda-feira (11), ele participou de reunião do Conselho Conmebol na capital russa, que contou com a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino, e mandou um recado: “Eu disse ao Infantino que ele pode preparar a taça para o Brasil. Quero levantar a taça”, disse Nunes, num rápido bate-papo com os jornalistas.

Ele também deu uma alfinetada na Áustria e nos zagueiros que foram violentos com Neymar na vitória da seleção por 3 a 0 em amistoso no domingo (10), em Viena. “A Áustria achou que iria fazer frente, porque ganhou da Alemanha [2 a 1]. Mas não deu para a saída. O zagueiro está procurando Neymar até agora.”

Nunes viajará agora para Sochi, onde nesta terça (12) terá um encontro com a seleção brasileira e posará para foto oficial. Lá também estará Rogério Caboclo, que assumirá a presidência da entidade no próximo ano. Caboclo é chefe da delegação no Mundial e já está na cidade litorânea que é a casa da equipe nacional.

Depois, Nunes voltará a Moscou para participar do Congresso da Fifa nesta quarta (13). A reunião definirá a sede da Copa de 2026. Nunes, como integrante do Conmebol, votará na candidatura United-2026, composta por Canadá, EUA e México. O Marrocos é o outro concorrente.


O presidente da CBF também confirmou informação dada pela Conmebol de apoio unânime a Infantino na eleição da Fifa de 2019.

Nunes comanda a CBF desde 15 de dezembro de 2017, quando Marco Polo del Nero recebeu da Fifa suspensão provisória de 90 dias. Em 27 de abril, a entidade o baniu definitivamente do futebol após considerá-lo culpado de corrupção por receber propina na venda de direitos de transmissões. Além disso, foi multado em 1 milhão de francos suíços (R$ 3,5 milhões na cotação da época).

Del Nero não viaja para fora do país desde 2015, quando eclodiu o escândalo de corrupção na Fifa. Por isso, o Brasil não teve seu principal dirigente no sorteio dos grupos da Copa, em 1º de dezembro.

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