Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio serão os árbitros brasileiros na Copa do Mundo

O Comitê de Arbitragem da FIFA divulgou o nome dos representantes da arbitragem brasileira selecionados para a Copa do Mundo do Catar.

Redação - 19 de maio de 2022, 12:30

(Fotos: Geraldo Bubniak/AGB)
(Fotos: Geraldo Bubniak/AGB)

Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio são os dois árbitros brasileiros que vão atuar na Copa do Mundo 2022. Os nomes foram divulgados pelo Comitê de Arbitragem da FIFA nesta quinta-feira (19). 

Além dos juízes, outros cinco assistentes do Mundial serão brasileiros: Bruno Boschilia, Bruno Pires, Danilo Simon, Neusa Back e Rodrigo Figueiredo.

No total, a Copa terá 36 juízes, 69 auxiliares e 24 árbitros de vídeo. No entanto, nenhum brasileiro foi escolhido para comandar o VAR. 

"Como sempre, o critério que usamos é 'qualidade em primeiro lugar', e os árbitros selecionados representam o mais alto nível de arbitragem em todo o mundo", afirmou Pierluigi Collina, presidente do Comitê de Arbitragem da FIFA.

Todos os árbitros vão participar de seminários em Assunção (Paraguai), Madri (Espanha) e Doha (Catar) para revisar e analisar clipes com situações reais de jogos. Além disso, eles ainda terão sessões práticas de treinos com jogadores. Tudo será filmado para que haja feedback dos instrutores. 

Além dos brasileiros, os outros árbitros da América do Sul selecionados pela FIFA são: Andrés Matonte (Uruguai), Kevin Ortega (Peru), Fernando Rapallini (Argentina), Facundo Tello (Argentina) e Jesus Valenzuela (Venezuela).

MULHERES NA ARBITRAGEM

Seis mulheres - três árbitras e três assistentes - foram selecionadas para atuar na Copa do Mundo. 

Stéphanie Frappart (França), Salima Mukansanga (Ruanda) e Yoshimi Yamashita (Japão) serão as juízas enquanto Karen Díaz Medina (México), Kathryn Nesbitt (Estados Unidos) e Neusa Back (Brasil) vão atuar como bandeirinhas.

"Enfatizamos que é a qualidade que conta para nós e não o gênero. Espero que, no futuro, a seleção de árbitras femininas de elite para importantes competições masculinas seja percebida como algo normal e não mais sensacional. Elas merecem estar na Copa do Mundo, porque constantemente atuam em um nível muito alto, e esse é o fator importante para nós", completou Collina.