Tenista Naomi Osaka acende a pira olímpica de Tóquio-2020

Folhapress

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A tenista japonesa Naomi Osaka, favorita ao ouro nas Olimpíadas, recebeu a tocha das mãos de crianças japonesas e acendeu a pira olímpica no Estádio Olímpico de Tóquio.

Além de ser atleta mais proeminente do país, Naomi Osaka também representa diversidade, exatamente a mensagem que Tóquio quer passar ao mundo. Ela é é filha de pai haitiano e mãe japonesa. Fogos de artifício explodiram sobre o estádio no momento em que a pira foi acesa, colocando fim à cerimônia de abertura dos Jogos.

IMPERADOR DO JAPÃO DECLAROU A ABERTURA DAS OLIMPÍADAS

O imperador do Japão, Naruhito, declarou a abertura oficial das Olimpíadas de Tóquio. Na sequência, fogos de artifício foram disparados.

Pouco antes, as autoridades ligadas aos Jogos deram as boas vindas. Seiko Hashimoto, presidente do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Tóquio, fez discurso de boas vindas; nele, exaltou poder do esporte, falou sobre paz e união, agradeceu esforço dos atletas para estar nos Jogos e disse que fará todo o possível para que as Olimpíadas sejam motivo de orgulho.

Logo depois, Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico internacional, também deu as boas vindas. Ele disse que o esporte tem poder unificador, que dá esperança para seguir em frente, e agradeceu ao povo japonês por receber atletas. Ele destacou esforços feitos por todos para trazer os Jogos para Tóquio, citando Fukushima e pandemia. Disse ainda que atletas são inspiração e os agradece a todos os comitês olímpicos nacionais.

Dirigindo-se aos atletas, disse que bilhões de pessoas pelo planeta estarão assistindo e torcendo por eles. Afirma também que o mundo precisa de mais solidariedade. Ele se dirigiu ainda especificamente à equipe de refugiados e afirmou que eles enriquecem as sociedades que os recebem.

BRASIL DESFILA COM DELEGAÇÃO CURTA NA CERIMÔNIA DE ABERTURA EM TÓQUIO

A delegação do Brasil, composta por apenas quatro pessoas, desfilou na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.

Bruninho (vôlei) e Ketleyn Quadros (judô) foram os porta-bandeiras do país. A delegação também foi composta por Marco La Porta, chefe da missão do país, e uma funcionária administrativa.

O Brasil foi a 151º delegação a chegar ao Estádio Nacional de Tóquio. Todos usavam chinelos, e os dois atletas sambaram durante a entrada.

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