Airton Cordeiro, criador do sigilo de fonte no jornalismo, morre aos 77 anos em Curitiba

Vinicius Cordeiro

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Airton Ravaglio Cordeiro, conhecido como Airton Cordeiro, faleceu nesta quarta-feira (27), em Curitiba. Aos 77 anos, Airton ficou conhecido como jornalista esportivo e político no Paraná. Ele estava internado há duas semanas, mas a causa da morte não foi divulgada.

O velório será nesta quinta-feira (28), a partir das 11h, na sala Jade da Capela Vaticano. A homenagem final será às 17h.

Radialista desde a década de 50, Airton se elegeu vereador da capital paranaense em 1976. Depois, foi deputado estadual (por dois mandatos) e deputado federal.

Ele participou da elaboração da Constituição de 1998 e foi quem criou a obrigatoriedade do sigilo de fonte em matérias jornalísticas. Em 1990, não conseguiu a reeleição como deputado federal e desistiu da carreira política.

AIRTON MARCOU O JORNALISMO ESPORTIVO 

Como jornalista, Aitton Cordeiro trabalhou em diversas coberturas esportivas. Em 1974, na Alemanha Ocidental, foi o primeiro radialista paranaense a estar em uma Copa do Mundo.

Passou pela Rádio Clube e atuou em diversas transmissões da TV paranaense, como narrador e comentarista. Neste século, ficou marcado pelos comentários na Rádio Transamérica, formando uma dupla de comentaristas com Fernando Gomes. Por fim, também foi colunista e editor da Gazeta do Povo.

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