Comida di Buteco chega ao último final de semana

Concurso que elege o melhor petisco de Curitiba termina no próximo domingo, dia 1° de maio. Pratos são vendidos a preço fixo de R$ 27.

Redação - 27 de abril de 2022, 16:40

Foto: Divulgação/Marta Souza
Foto: Divulgação/Marta Souza

A 7ª edição do concurso Comida di Buteco, em Curitiba, termina no próximo domingo (1°). Restam poucos dias para aproveitar os pratos nos 31 estabelecimentos participantes.

As receitas foram desenvolvidas especialmente para o concurso. Os petiscos são vendidas ao preço fixo de R$ 27. A lista completa dos bares e pratos você encontra no site.

“Temos petiscos tradicionais, criativos, inusitados e todos deliciosos. Vale muito a pena visitar os bares e fazer parte desse evento que elege o melhor buteco da cidade”, comenta o organizador do evento, Filipe Pereira.

Os bares são submetidos a quatro critérios, cada um com notas de 0 a 10: atendimento, temperatura da bebida, higiene e o tira-gosto. Os clientes que comparecem aos estabelecimentos e pedem o prato do concurso recebem uma célula de votação.

Além das notas dos clientes, os participantes são avaliados por um corpo de jurados selecionados que visitam os bares como clientes ocultos. As médias das votações dos jurados e dos clientes terão peso igual na composição final das notas.

COMIDA DI BUTECO: CONCURSO ELEGE MELHOR PETISCO DE BAR

O concurso Comida di Buteco foi criado há 22 anos, em Belo Horizonte (MG), conhecida como a capital nacional dos bares. Atualmente, são 40 circuitos, com 800 bares, por todo o Brasil.

Em Curitiba, o festival está na 7ª edição. O vencedor do concurso deste ano será conhecido no dia 24 de maio. 

O Comida di Buteco é um evento que se apresenta como uma plafatorma de transformação social para os botecos, principalmente os tocados em ambiente familiar.

“Nenhum bar paga para participar do Comida di Buteco. Nossa intenção é que o concurso ajude a trazer clientes novos para a sua casa e assim contribuir para a manutenção desses locais num mercado tão concorrido e vulnerável, principalmente neste período pós-pandemia”, explica Filipe Pereira.