Após dois anos, Companhia dos Palhaços volta às apresentações presenciais

A Companhia dos Palhaços volta às apresentações presenciais neste mês de janeiro. Após dois anos ausentes devido à pande..

Redação - 01 de janeiro de 2022, 15:00

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A Companhia dos Palhaços volta às apresentações presenciais neste mês de janeiro. Após dois anos ausentes devido à pandemia da Covid-19, duas peças estão programadas: 'Gran Circo Stopim', no Espaço Fantástico das Artes, entre os dias 15 e 30. Em fevereiro, é a vez de 'Concerto em Ri Maior', que estará em cartaz no Guairinha, do dia 11 ao dia 20.

A companhia se dedica exclusivamente à arte da palhaçaria, misturando elementos de circo, teatro e música, cultivando a improvisação e a interação com o púbico. Com a pandemia, este contato direto, tão fundamental para os palhaços, foi limitado. Por isso, os integrantes estão muito animados com este momento de uma retomada dos espetáculos presenciais, sempre com os devidos cuidados. “Acreditamos que a arte tem o poder de aproximar as pessoas. Justamente o que a pandemia, em seu auge, não permitia”, conta Felipe Ternes, o Palhaço Sarrafo, um dos fundadores do grupo.

O primeiro espetáculo do ano, 'Gran Circo Estopim', também vai marcar a estreia de uma temporada com várias apresentações no Espaço Fantástico das Artes, no Largo da Ordem. O espaço é um centro cultural que abriga duas iniciativas, um auditório e a sede da companhia dos palhaços. “Terminamos a mudança em março e logo veio a pandemia, que paralisou toda a realização teatral”, lembra Nathália Luiz, a Palhaça Tinoca. “Por isso esta retomada, agora, é ainda mais especial, apresentando oficialmente este novo palco do teatro curitibano”, complementa.

SERVIÇO

Gran Circo Stopim: sábados e domingos, entre 15 e 30 de janeiro de 2022, às 11 horas

Local: Espaço Fantástico das Artes, rua Trajano Reis - 41

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Duração: 45 minutos

Classificação: livre

Comédia musical que une dança, improviso e palhaçada. Na história, um maestro e palhaço que não fala português, Wilson Chavchenco, apresenta um concerto baseado em sua origem russa. Para isso, conta com a ajuda de seu fiel amigo, o palhaço Sarrafo, que atua como tradutor para a plateia. A partir daí, muita interação com a plateia e humor entram em cena.